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[Análise] Little Big Planet

11
Novembro
2008

Finalmente!

Depois de muito e muito tempo a SONY conseguiu!

Eu não estou falando sobre conseguir colocar um jogo bom no mercado (os jogos dela são sempre muito bons), ou conseguir emplacar o PS3 de vez (ainda vai demorar um pouco pra melhorar a moral desse console). Finalmente a SONY encontrou o mascote que ela precisava!

Desde o PSOne a Sony vinha tentando criar mascostes carismáticos para seu público.
Uma geração antes dela entrar no mercado quem ditava as regras era o Mario ou o Sonic, personagens que se confundiam com a própria empresa que deu vida a eles, então o grande problema era criar um personagem carismático o suficiente para ser relacionado ao nome da empresa.

Tentaram usar um tal de Crash Bandicoot, porém alguma coisa nele estava muito errada, até que seus jogos viraram multiplataforma… No PS2 a Sony resolveu exagerar na dose e usar um humano branco e todo raivoso como sua marca registrada, Kratos, o Deus da Guerra. Porém analisando friamente, deve existir uma regra mundial dizendo que mascontes precisar ser fofinhos, carismaticos e alegres, para conquistar as pessoas… Até que 14 anos depois apareceu o Sackboy:

Comentado desde seu primeiro anúncio, Little Big Planet prometeu uma experiência totalmente nova e marcante, o que conseguiu muito satisfatóriamente.

Esse personagem da imagem acima é o sackboy. Você começa com ele desse jeito “pelado”, porém com o passar das fases você vai adquirindo itens para personalizar o seu personagem com todos os tipos de roupas possíveis.

Para ser breve, fique com o primeiro estágio do jogo, que além de tudo é um tutorial extremamente dinâmico e bem produzido:

Como deu para perceber LBP é um jogo de plataforma, onde o objetivo é superar os obstáculos e chegar ao final coletando o máximo de pontos possíveis e novos itens pelo caminho. Porém outro detalhe do jogo é que a qualquer momento você pode entrar no mundo online e jogar acompanhado. E você só vai conseguir aproveitar 100% do game desta forma, já que algumas áreas de cada fase são identificadas para se jogar em dupla ou com grupos de até 4 pessoas, sendo impossível realizar tais desafios sozinho.

E como se já não bastasse as centenas de itens existentes para personalizar seu personagem o jogo ainda tem o seu trunfo! Através de um modo super simples e prático todos os jogadores podem criar suas próprias fases e dividir elas com o mundo. Você pode criar seus itens, seus puzzles e todo o cenário em volta, e desafiar qualquer um a chegarem no fim, podendo até mesmo dar presentes criados por você para os vencedores!

Vários estágios já foram criados, sendo que alguns chegam a impressionar pelas boas idéias e ótimo gameplay. Recomendo em especial a fase baseada em God of War e a baseada em Mirror’s Edge, obras de arte produzidas pelos usuários.

Com isso é fácil prever que o replay do jogo é imenso! A cada dia novos desafios aparecem, novos itens são criados e todos os seus amigos vão entrar no seu Pod (sua “casa”, totalmente personalizavel também) para jogar com você, ou simplesmente para bagunçar tudo, pois por mais imbecil que possa parecer, ficar só fazendo festa com os amigos é muito mais divertido do que qualquer outro jogo já permitiu você fazer.

Pode ter demorado, mas esse mascote veio para ficar, junto com um game que também tem tudo para ficar dentro do PlayStation por diversos dias antes de você sequer pensar em jogar outra coisa.

Réplica: Mirror’s Edge fugindo da realidade revolucionária

3
Novembro
2008

Lembram de todo aquele papo do Dan sobre o bacana de se ter um blog onde reina a democracia e devemos explorar os pontos de vistas diferentes?! Pois é, faço uso disso exatamente agora, marcando minha volta as postagens do BlogeZ (ok, ok, podem parar de chorar, i’m back bitches!) e faço-o com estilo, retrucando tudo que foi dito por nosso célebre admin Dan.

Pra falar desse delicado e possivelmente rotulado como revolucionário game, começarei falando sobre o que concordo na análise da demo do Dan. A sensação de velocidade está presente e quase te faz sentir o vento ao seu redor, e a história tem calibre pra ser um dos melhores enredos da atualidade nos games. Pronto. Falei os pontos negativos, agora vamos para o resto.

Logo de cara, você é jogado no meio de um tutorial disfarçado de missão. Como dito pelo Dan, basta olhar os pontos vermelhos e fazer as manobras e pronto. No começo parece complicado mas a linha de aprendizado é de fato sutil e você nem percebe quando dominou os movimentos da moçoila e já está dando passos na parede ao estilo Neo de ser. A demo de fato é como uma demo deve ser, mas isso não muda o fato de que sinceramente, não consigo ver o que um game como Mirror’s Edge pode ter para se igualar em inovação a Portal, por exemplo, que pegou conceitos conhecidos e os virou do avesso, explodindo cabeças ao redor do mundo e fazendo todos querendo saber porque o tal do bolo era uma mentira.

A verdade é que Mirror’s Edge é um FP… R? First Person Shooter não se encaixa para um First Person Runner, já que mesmo com o perdão da piadinha, não consigo imaginar que a falta de armas irão diferenciar o game de tantos FPS que existem por aí. Talvez seja falta de costume, mas fica a sensação de que falta algo e a idéia de simplesmente correr a todo instante e vez ou outra se livrar de algum guarda não se encaixa no meu conceito de revolução. Como considerar como revolucionário um game de armas que o máximo que fez foi tirar as armas?! Talvez não seja tão ruim como eu achei que seria (e continuo achando após o demo) mas tem que haver um consenso que um game talvez bom, não faz dele um game inovador e sequer memorável.

Levo em consideração o fato de eu ser facilmente empolgado com prévias, trailers e gameplays antes do lançamento, e Mirror’s Edge foi um título que nunca conseguiu me fazer salivar pelo seu lançamento. Nem uma babinha de canto de boca sequer. Nada.

Por outro lado, fico imaginando se uma temática tão bacana como Le Parkour (e nem me falem que Prince of Persia fez isso, pelamordeDeus!) não seria imensamente melhor aproveitado com uma visão em terceira pessoa. Afinal, qual a graça de você fazer manobras e saltos incríveis sendo que tudo que você vê é o caminho a sua frente?! Perde-se o detalhe e boa parte do estilo que haveria se você estivesse na posição de espectador, não de olhos da protagonista. O máximo de ação que você acompanha são as mãos e pernas da personagem em alguns momentos, ficando todo o resto a cargo da sua criatividade e da adrenalina que aparentemente os altos edíficios e história envolvente vão proporcionar. E as respiradas constantes de Faith, mostrando que apesar de você não ver nada, existe “alguém” ali.

Falando em edifícios, não consegui deixar de reparar que apesar de que a única coisa que você vê o tempo todo são paredes para se pular, escorregar e correr, o cenário parece estranhamente vazio e morto. Não existem muitos detalhes e acredito que isso se deva para não distrair o jogador dos caminhos vermelhos piscantes no meio da correria. Ainda assim, a falta de detalhamento na única coisa que se vê o jogo todo, que é o cenário que deveria ser seu playground, não se justifica, mas ainda assim, ajuda a criar o estilo único do jogo. Confuso?! Eu também achei. Tudo é limpo demais, e isso apesar de ruim para mim, como jogador, que sinto que falta a imersão e aquele toque de “mundo real” na coisa, ajudou e muito a criar um universo in-game que quando vejo uma screen do jogo, saberei sem pensar duas vezes, que se trata de Mirror’s Edge.

Como dizem, costumo gostar de cada jogo teoricamente ruim, talvez o fato de eu ter achado um imenso NADA de Mirror’s Edge signifique que de fato ele é bom e eu lutarei contra o mundo pra sustentar essa minha opinião. Mas no fim das contas?! Acho que comprarei e jogarei pra curtir a história, já que ao mesmo tempo que faltam games revolucionários na indústria (e Mirror’s Edge não quebrará esse paradigma, me desculpem) games com um enredo que me faça ficar curioso após poucos minutos também. Pra curtir essa boa história, até aceito correr que nem louco por um cenário limpo e vazio sem sequer ver que raios que faço que me torna tão cool.

[Análise] Mirror’s Edge - Fugindo pela liberdade

31
Outubro
2008

“Eu era nova demais para me lembrar exatamente de como tudo começou.
As autoridades impuseram as mudanças, a vigilância, o banimento… Para o ‘bem maior’.
Mas o bem, não quer dizer o mesmo que o certo.
Meus pais estavam sempre no escritório do prefeito, indo em passeatas.
Eles pegaram até mesmo eu e minha irmã Kate com eles.
Mas isso foi até chegar no centro. As marchas de protesto recuaram. Mamãe foi morta, esmagada no pânico. Depois disso minha família, praticamente se destruiu.
E gradativamente as pessoas simplesmente… deixaram de se importar.
Pararam de lutar.
Deixaram a cidade tomar controle sobre suas vidas.
Eles escolheram uma vida confortável.
Eu fiz uma escolha… diferente.”

Depois de trailers que apresentavam até mesmo um dos criadores do Le Parkour ,a EA e a Dice finalmente colocaram na PSN e na Xbox Live a demo de uma das grandes promessas desse ano… Mirror’s Edge.

Jogando na pele de Faith, você encara desafios no estilo plataforma, porém com uma grande novidade, tudo em primeira pessoa, como nos FPS que você já não agüenta mais ver por ai.

As palavras que abriram esse post são ditas pela própria Faith, mostrando como um governo totalitário assumiu o controle da cidade, dando segurança em troca da liberdade das pessoas. A comunicação é praticamente banida, e é nessa situação que se originaram os Runners (corredores), como nossa protagonista. Aparentemente essas pessoas são responsáveis por entregar mensagens proibidas entre pessoas que estão sob vigilância do governo, e para isso eles devem correr, pular e fazer todo o tipo de malabarismo para fugir dos agentes e completarem suas missões.

Tudo isso já foi explicado pela EA, porém agora nós tivemos a possibilidade de jogar um pequeno trecho do game.

Para começar, obviamente, temos um tutorial ensinando os comandos mais básicos do game, como correr, pular, deslizar, fazer algumas manobras e lutar quando for necessário (sempre desarmando os inimigos, Mirror’s Edge, ao que tudo indica, não tem propensão a se tornar um shooter). E é nessa hora que você descobre o quão o jogo é fora dos padrões. Cada pulo e cada caminho precisa ser traçado com antecedência, e os controles cheios de comando novos são um grande problema no começo, então não se preocupe em cair dezenas de andares e se esburrachar no chão algumas vezes antes de pegar o jeito da coisa. A curva de aprendizado é sutil, porém minha namorada não consegue jogar FPS em joysticks até hoje pela dificuldade que é controlar dois analógicos e 8 botões ao mesmo tempo, e Mirror’s Edge tem tudo para dificultar ainda mais as coisas. É um jogo de tier alto, e seu priminho não vai conseguir jogar nem 5 minutos sem precisar da sua ajuda… É só para quem já está habituado a jogar em primeira pessoa e possui destreza para a coisa, querer aprender com Mirror’s Edge vai ser estresse na certa.

Além disso tudo o jogo ainda se mostra rápido, com diversos caminhos para se seguir, e sem nenhum mostrador na tela, e com isso a saída foi colocar objetos vermelhos que indicam para o jogar o próximo passo a ser dado. Você vai correr feito um louco, sempre atrás da próxima rampa ou caixa vermelha para conseguir avançar… isso se você não quiser aproveitar nenhum atalho. Portanto atenção também é algo fundamental para o jogo.

Porém a diversão proporcionada por ele promete ser uma daquelas peças raras no mundo dos games. Correr fugindo da policia, fazendo manobras nas paredes, arrombando portas e usando cada atalho improvável para bater seus próprios recordes vai trazer aos jogadores uma experiência única para os dias e para os consoles atuais.

Ao jogar Mirror’s Edge eu tive aquela sensação de novo e de “algo inovado” em minhas mãos do mesmo modo como aconteceu após alguns minutos jogando Portal.

Eu fui um dos que torceu o nariz na primeira vez que vi o jogo rodando, em primeira pessoa, com a câmera balançando e as mãos aparecendo vez ou outra na tela; mas tenho que dizer que a cada novo trailer, e ainda mais agora, eu queimei minha língua. A sensação de velocidade e de estratégia é algo muito recompensador.

Se o jogo final conseguir manter por algumas dezenas de horas o clima imposto por essa demo você pode ter certeza que temos um jogão chegando agora no dia 13 de Novembro. Entretanto com todo o enredo (que parece bem trabalhado), com uma trilha sonora linda e emocionante, e com a promessa de desafios ainda maiores, creio que a versão final vá ser ainda melhor do que foi possível experimentar até agora.

Anotem ai em seus calendários, façam suas pre-orders, e corram para jogar… Posso dar quase certeza que você não vai se arrepender.

P.S.: Isso sim que é saber fazer uma demo. Não é comprida demais, até parece ser curta, mas te ensina todo o básico e termina no momento que você sente estar pegando o jeito da coisa, e por isso fica extremamente convencido a adquirir a versão FULL do game para testar suas habilidades. Eu já joguei três vezes e estou contando os dias para a estréia oficial.

Promoção Pancada de Prêmios! Os resultados [Parte 1]

21
Outubro
2008

Todo começo de algo, seja lá o que for, é inexplicavelmente difícil. Seja a falta de experiência ou o acumulo de idéias querendo ganhar forma de uma vez, toda primeira vez é assim. E antes que você formule pensamentos impróprios, não, não estou falando de nada disso. Estamos falando do começo de tudo mesmo. O nosso, e mais especificamente, nossa primeira promoção, a Pancada de Prêmios.

Na sinceridade que apenas um blog e seu grau de intimidade entre editor e usuário pode proporcionar?! Deixamos de lado toda a modéstia pra dizer que a promoção, pra uma primeira viagem, literalmente chutou bundas. Foram 15 blogs, mais de 100 comentários na notícia da promoção e 3 prêmios animais. Tudo numa tacada só. Podíamos fazer melhor?! Acho que sim. Podíamos ter planejado melhor e reparar que faltou um ranking público pros participantes acompanharem seus desempenhos?! Lógico! (e aproveito pra deixar meu obrigado pelo toque ao meu amigo Knutzz) Podíamos ter divulgado melhor?! Talvez, mas agora, com tudo em sua reta final, se me perguntassem se eu mudaria algo dessa experiência toda, a resposta seria direta: absolutamente não!

Sei que todos que estão lendo isso querem saber quem levou os prêmios, mas antes disso, gostaria de humanizar a parada toda e compartilhar a sensação de conquista com todos vocês (como fiz acima) e agradecer a todos que fizeram essa promoção o sucesso que foi. Aos blogs amigos e blogueiros mais do que parceiros que apostaram, tentaram, ganharam e no final, agradecer pois não importando o resultado final, acredito que ninguém perdeu nada e eu, pessoa física falando, posso garantir que fiz mais amigos do que podia esperar

Mundo Anormal , Ueba, Contraditorium, Blog do Cardoso, Tampa Blog, AxesGaming, Grandes Tolices do Orkut, BlogThis, Rarecast, Gerador II, Corto Cabelo e Pinto, GeekBR, Éfi Cinco, Copia Meu Filho

Agora cortando todo o clima Forest Gump de emoção, vamos ao que interessa e anunciar os dois grandes vencedores da primeira fase da promoção:

Home Theater 5.1 5000W (Categoria Mais Usuários Enviados)

Robinho (Grande Tolices do Orkut)

MP4 de 1GB (Categoria Mais Indicações de Usuários no Portal)

Slap ONax (AxesGaming)

A esses caras que apostaram e levaram os prêmios, nada além do meu muito obrigado! Entrem em contato pelo e-mail contato@ezoneonline.com.br nos informando os dados e endereço completo para envio dos prêmios!E se eu esqueci de alguém, peço desculpas desde já, pois os listados acima foram enviados links como regra da promoção. Se você fez e esqueceu de enviar o seu, avise agora pra entrar entre os 5 que vão disputar o próximo prêmio!

Os resultados dos 5 posts mais criativos que vão disputar a escolha da audiência para levar o mega-boga Boombox sai ainda hoje, mais tarde! Fiquem ligados e aqueçam os motores para conseguir os votos na votação que vai até sexta-feira! Não percam tempo!

Em tempo: agradecimento especial ao Cardoso e toda sua paciência de Jó por toda a consultoria e idéias para fazer a promoção mais bacana possível! Vlws mesmo cara!

Little Big Post

8
Outubro
2008

Todo gamer sabe que nessa época de fim de ano é época de carteiras vazias, já que geralmente uma dezena de games AAA possuem data de lançamento entre Outubro e Novembro. Esse ano é o ano de Mirror’s Edge, Prince of Persia, Resistance 2, Gears of War 2, Fallout 3 e diversos outros (e acreditem, minha lista é bem mais extensa que essa).

Porém um dos mais aguardados, por mim e por várias outras pessoas, com certeza é o carismático Little Big Planet, game de PS3 onde os próprios usuários podem interagir e criar suas próprias fases para game, e depois disso compartilha-las com todo o mundo. Obviamente que essa não é a primeira vez que um jogo faz isso, porém LBP é o pioneiro no número de ferramentas que ele coloca a disposição do jogador para ele fazer sua arte.

Muitas fases já foram criadas durante o Closed-Beta do jogo (eu mesmo me arrisquei inventar algumas coisas, mas…), contudo, como sempre, existem aqueles jogadores dotados de muita criatividade e muito tempo livre nas mãos.

Para exemplificar melhor eu reuni dois videos que encontrei recentemente na internet (enquanto buscava inspirações para as minhas criações). Um deles usou um “tecnologia” mais antiga, utilizada por caixinhas de música para reproduzir a música tema de Final Fantasy X, To Zanakarnd, com os objetos do jogo. E o outro ser desprovido de vida social criou uma calculadora de 3 digitos… Pode parecer fácil, porém minutos depois de demonstrar a execução de sua obra ele entra no modo de criação e ai é possível ver todas as linhas e polias necessárias para que sua obra funcionasse corretamente.

Claro que essas duas não são nem de longe as fases mais divertidas de se jogar, porém os caras merecem palmas pela dediação… Ou pelo menos um trabalho na Media Molecule.

[DSi] Novo DS é anunciado para esse ano

2
Outubro
2008

Se vocês conhecem a Nintendo já deveriam saber que na categoria de portáteis a coisa mais comum de acontecer são 3 modelos do mesmo video-game serem lançados com algum espaço de tempo entre eles. E como não poderia deixar de ser, dessa vez não foi diferente, já que hoje de madrugada em um evento exclusivo a Big N revelou para o mundo o projeto do novo Nintendo DS… O “DSi”.

Se vocês se lembram bem, geralmente a terceira versão tende a ser pior que a anterior. Em um exemplo básico vamos pegar o GBA… Antes ele vinha naquele formato estranho e com uma tela ruim, sem luz… Para isso lançaram o GBA SP, que era muito melhor, tanto em Design como em termos técnicos, já que com a iluminação interna você tinha tudo o que o GBA poderia oferecer e ainda jogar no escuro ou sob alguma luz mais incomoda. E no final de sua vida útil foi revelado o GBA Micro… Que possuia uma tela menor, uma “pegada” estranha para quem possuia mãos grandes, e ainda jogou fora algumas funcionalidades como a campacidade de rodar games do GBColor.

Então vamos para o DSi:

O botão power mudou de lugar, indo para a fronte do aparelho, já que seu antigo lugar (na lateral direita) agora será ocupado pelo novo slot para o memory Stick SD (vide lateral na foto abaixo), que dentre diversas funções vai servir para armazenar fotos do Wii Photo Channel, será usado num browser integrado ao aparelho, para armazenar compra da WiFi Store… E para armazenar as fotos tiradas pelo aparelho, que agora vai contar com duas câmeras VGA (640×480), uma fora, na tampa, e outra interna, entre as telas:

Como vocês podem perceber pela primeira foto, algumas medidas também sofreram alterações nesse novo modelo, já que agora ele é 12% mais fino que o DS Lite e possui telas um pouco maiores, agora de 3,25 polegadas:

A Nintendo já disse que a data de lançamento do novo modelo no Japão é agora no dia 1º de Novembro, nas cores branca e preta… Porém eu queria analisar alguns detalhes antes.

O primeiro DS vinha naquele formato estranho, sem luz interna. Quando o DS Lite apareceu foi uma festa, pois sua tela mais brilhante, Design mais sofisticado e outras coisinhas tornavam ele quase obrigatório, mesmo para quem já tinha o primeiro DS… E agora temos o DSi, que possui duas câmeras que não possuem uma resolução muito boa para fotos pelos parâmetros dos dias atuais e que não pode ter funcionalidades em muitos jogos, além de telas maiores, que pela minha opinião não é uma boa idéia pela resolução das telas do DS e possíveis perdas de qualidade em alguns jogos.

Eu ainda tenho um ponto de vista que não se deve adicionar funcionalidades em um console que já vendeu milhões no mundo todo, já que games que utilizam a câmera não serão compatíveis com os modelos antigos, o que pode causar desconforto entre os fãs da plataforma…

Além disso tudo ele também possui um editor de fotos, um player de música… e só. E isso não é uma coisa boa, já que o famoso “Slot-2″ que permitia aos jogadores usarem o DS para jogarem games de GBA agora não existe mais… E como eu vendi o meu SP pouco tempo antes de adquirir um DS eu não tenho a intenção de perder a possibilidade de jogar GBA, principalmente depois que a namorada me deu Final Fantasy VI a um tempo atrás e eu ainda mal joguei direito.

O jeito é esperar até o dia 1 de Novembro e ver se vale a pena esse modelo novo… Infelizmente ele ainda não me convenceu a comprá-lo, tanto pela dúvida sobre a resolução das telas, pela falta de compatibilidade com cartuchos de GBA e por duas câmeras de baixa qualidade. Em comparação, o DS Lite me conquistou no momento que apareceu pela primeira vez em seu formato final.

De qualquer forma, você já está guardando dinheiro? Eu sei que cada um dos japoneses já juntaram o suficiente para comprar uns 3 ou 4.

P.S.: Uma coisa que eu acabei de perceber por essas imagens é que os botões L e R agora ficam em um espaço dentro da estrutura principal do console, e não mais fora, fazendo o contorno dos ombros do aparelho, como era no DS Lite. Isso é muito bom, visto que muita gente quebrava esses botões por conta de choques acidentais, mesmo que fracos. Agora eles estão mais protegidos, grande idéia Big N!

P.S.S.: Vai custar cerca de 178. E um amigo me lembrou de um detalhe. Como ficam jogos como o Guitar Hero de DS, que usavam o slot de GBA pra funcionar? E todo mundo que tinha o rumble joga ele fora agora (se bem que… quem usava aquele rumble de DS)?

P.S.S.S.: O modelo novo só chega no ano que vem no resto do mundo.

[Análise]Lock’s Quest

25
Setembro
2008

O que há de jogos para crianças sendo vendidos por aí não está no gibi. É engraçado encontrar cada lixo que empurram para nossos pirralhinhos queridos e somos obrigados a comprar porque eles “acham” que vão gostar. Jogos do Bob Esponja, Padrinhos Mágicos e entre outros estão nessa categoria. Bons na teoria, mas péssimos no videogame. Mas o que acontece quando as crianças viram pra gente com um jogo que, pra você seria mais um jogo simples e caça-níquel e ele se mostra surpreendente, original e bem feito?

É como uma pérola encontrada no fundo do oceano. Todos nós sabemos que um jogo bom não tem preço. Quer dizer, ele geralmente custa uma pequena fortuna em reais. Mas o apego que o jogador cria pelo jogo não tem igual. E eu acabo de encontrar a segunda pérola desse estúdio para o Nintendo DS. O estúdio 5th Cell foi fundado em 2003 e começou a fazer jogos para celulares. Eu não sei como foram os jogos para os celulares deles, sei que depois de um tempo, eles anunciaram um jogo para o DS: Draw to Life. A premisa dele era simples: um jogo onde você tem que desenhar coisas para refazer a vila das raposas. Detalhe que o nome da vila era mesmo raposa! Mas o jogo é formidável! A medida que você vai jogando e salvando as raposas, você não consegue parar. Fora o fato quando você começa a desenhar os itens da vila. É radical! Você se acha mesmo o criador da vila e que pode refazê-la do jeito que quiser. Colorida, preto e branco, com flores ou não. Não é a toa que logo após seu lançamento concorreu e ganhou um monte de prêmios inclusive o prêmio dos melhores de 2007 pela IGN na categoria Design Inovador (Most Innovative Design).

E novamente, esse ano, o estúdio nos agraciou com mais um jogo. Lock’s Quest. Outro que é bem simples. O jogador tem que fazer as torres para proteger sua base e bater nos inimigos para impedir que eles avancem muito. Novamente, o estúdio nos surpreende pela qualidade do jogo. Até a música é boa! E olha que isso para um jogo de DS é um feito. Claro que ele tem seus problemas de jogabilidade, por exemplo, deveria haver um maneira mais eficiente de mecher a câmera na hora de montar as torres, um jeito que seu personagem não ficasse preso na hora que você mandasse atacar um inimigo e ele ficasse preso em outros e por aí vai. São detalhes mínimos que te dá um pouco de raiva mas que são superados pela alegria e expectativa. Nada mais triunfal do que suas torres defenderem com facilidade os poços de energias.

Eu me surpreendo com esse estúdio que faz algo infantil mas que me pegou com as calças arriadas muito mais que alguns jogos por aí. E eles não tratam as crianças como idiotas. Eu realmente prefiro jogos que conquistem meu coração pela sua genialidade afinal, temos muitos jogos repetidos hoje em dia. E eles já prometeram o Draw to Life pro Wii. Espero que esse estúdio cresça e continue nos trazendo jogos assim e que não acabe como o Clover. Vida longa ao 5th Cell! Agora deixa eu voltar a construir minhas torres porque um inimigo aqui acabou de derrubá-la, desgraçado!

[Análise] Spore

22
Setembro
2008

Finalmente saiu! Depois de quase quatro anos que eu tive notícias desse jogo, Will Wright mostra novamente o que ele sabe fazer de melhor: um jogo inovador, bom e simplesmente… simples.

Spore é um jogo sobre evolução. Agora, todo jogo envolve algum tipo de evolução: Em Tetris quanto mais linhas você faz, mais rápido ele fica. Em Sonic se você pegar todas as esmeraldas, você tem o Super Sonic. Em God of War você pode evoluir suas armas para matar e pilhar. Em Digimon você digivolve e assim vai.

Só que em Spore o termo “evolução” foi levado a sério. Ele pega uma ameba unicelular e vai transformando-a numa civilização gigantesca, complicada e conquistadora. Claro que o jogador aproveita cada parte disso. Enquanto você é uma simples ameba, o jogo se parece muito com Flow (PC, PS3), onde seu objetivo é ficar comendo DNAs e evoluindo. Quando você ganha patas e sobe pra a superfície você verá que aqueles DNAs conquistados serão úteis para desenvolver a sua criatura. E aí entra o criador de criaturas, onde você pode fazer qualquer coisa com uma coluna óssea. Versátil, o criador deixa você criar desde aberrações ovaladas à la Kirby até algo mais realista ou insetóide. Depois disso, você desenvolve uma tribo, que desenvolve uma cidade, que desenvolve religião e tecnologia até você conseguir conquistar um planeta todo e descobrir que existe um espaço lá fora para ser explorado.

Agora o que fiquei embasbacada com o jogo não foi só a evolução dos bichos estar presente mas como a evolução dos games também. É porque o jogo começa em 2D, passando depois para um jogo de ação onde você controla sua tribo para evoluir. Para logo em seguida virar um jogo de estratégia em tempo real onde você cria suas armas de combate e planos para aniquilar seu vizinho que não está gostando do modo que você age. Para mim, foi algo muito interessante e uma maneira de o próprio jogador sentir na maneira de jogar que aquilo está evoluindo. Um toque bem simples que faz toda a diferença para um maior entrosamento e perspectiva geral do que está ocorrendo.

Tudo isso envolvido num jogo muito bonito onde a ambientação e a música fazem parte. Sério, eu podia deixar Spore rodando no meu computador e mostrar pra visitas que elas ia ficam falando: “uau, que proteção de tela legal! Nossa, as coisas se mechem!”. O cenário não é muito inovador mas os seus bichinhos fazem tudo ficar tão fofo e divertido que até uma guerra generalizada é motivo de risada e diversão. Fora que ver como eles ficam depois de se misturar com outro ainda te dá mais curiosidade para querer conhecer outros planetas e lugares.

Mas até para um jogo tão evoluído, há coisas que não saíram do lugar como por exemplo, o preço salgado de lançamento aqui no Brasil nas bagatelas de R$140,00. Claro que é uma edição especial mas nas lojas convencionais como a Leitura aqui de Brasília estão vendedo o jogo normal pelo mesmo preço. E fora o grande problema dos direitos digitais. Caso vocês ainda não saibam, Spore vem com uma proteção que só pode instalá-lo três vezes. Ou seja, se você formatar seu computador três vezes e for instalar o jogo pela quarta vez, terá que entrar em contato com a EA Games para conseguir uma “ativação especial”. Sinceramente, isso sim é um passo para trás na evolução dos direitos autorais.

E agora sobre o nosso querido portal E-Zone! Vocês já votaram no nosso podcast hoje? Não? Então acesse o podcast aqui, ouça e veja se vale a pena votar nele no prêmio podcast 2008 ! E já viram a promoção “Uma pancada de prêmios“? Não? Então acesse e participe! Vale tudo pra ganhar esses prêmios e diga que foi indicado pela usuária Vampira, viu?


Dois em Harmonia Superam Um em Perfeição

3
Setembro
2008


Foi no ano de dois mil e alguma coisa, e eu tinha acabado de entrar no Beta Test fechado para o novo game que a Level Up! estava trazendo para o Brasil, Grand Chase. Eu tinha acabado de trocar meu computador carroça por um novo no Natal do ano anterior, então estava louco para jogar qualquer coisa que fosse para matar meu tempo e aproveitar a máquina nova.

Para quem não conhece Grand Chase, nos seus primórdios só existiam 3 guerreiras, uma maga, uma espadachin e uma arqueira, cada um com suas peculiaridades que deviam ser exploradas a fim de levar o jogador ao longo de 5 fases, cada uma com um chefe no final e que podia ser configurada em diversas dificuldades, que iam desde uma estrela (a forma mais fácil) até as temidas cinco estrelas (ou “5*” na linguagem do jogo).

Como todo iniciante eu não estava entendendo nada no começo, principalmente sobre como os itens eram usados, se eu tinha que correr, para onde ir e em quem bater.  Logo entrei em um time, e não graças a mim, terminei a primeira fase nas 3* e já garanti alguns leveis e uns equipamentos melhores. Com o tempo você vai percebendo o que fazer, principalmente quando alguma boa alma resolve te ajudar, e logo eu já estava melhorando. Continuava ruim, porém era um beta test fechado, então todo mundo possuia habilidades ridículas no jogo e eu passava desapercebido.

Com o tempo passando fui ganhando níveis, e em uma semana eu já era capaz de fechar as quatro primeiras fases sozinho, sem ajuda de ninguém.

Finalmente fui tentar a quinta e última fase, e fui humilhado sem cerimônia. A chefe do final, a Kamiki, era ridiculamente difícil para iniciantes com os equipamentos fracos que existiam no game na época, então fui me juntar a um time e ver o que resultava.

Vale ressaltar o fato de que a comunicação no jogo é ridícula, para falar você precisa apertar Enter, escrever o que deseja e apertar enter novamente para enviar, e no calor da ação é dificil não morrer duas vezes no meio de cada frase. Fazer um time andar em sincronia era o mesmo que tentar jogar Ninja Gaiden no modo mais difícil berrando a todo pulmões esperando que o videogame te de ouvidos e te ajude. O resultado final não podia ser diferente… Nenhum time jamais tinha ganho da Kamiki na dificuldade de cinco estrelas… no máximo em 4, e já beirando o fracasso (fórum não-oficial do jogo servia para troca de informações a esse respeito).

Numa bela noite entrei numa sala e encontrei um cara que jogava tão bem quanto eu, afinal o jogo inteiro já era moleza pra mim em exceção ao último mapa. E fomos jogando. Devo ter entrado na sala por volta das 23 horas, e após várias trocas de integrantes, por volta das 00h30, devemos ter fechado nossa formação de 6 jogadores que permaneceriam juntos até o “Gran Finale”.

Jogamos bem… O time parecia perfeito… As pessoas foram fazendo amizades, e todos tinham uma perseverança sem igual. Começamos o mapa com duas estrelas e fomos subindo a dificuldade, porém o salto das quatro estrelas para a quinta era algo totalmente desbalanceado, porém continuamos. A cada novo fracosso extinguiamos algum erro que cometiamos.

Até que certo momento não precisavamos escrever mais nada. Magos, arqueiros e espadachins sabiam exatamente o que fazer. Não pensavamos mais como indivíduo e sim como um time, ninguém usava itens de cura em si mesmos, todos guardavam esses salvadores para serem utilizados assim que alguém caísse desmaiado no chão a ponto de morrer, e assim reviver o companheiro. Ninguém usava dois itens de suporte iguais ao mesmo tempo, gastando um deles de forma inútil. Atingimos a perfeição em grupo… E com isso não demorou nada para nosso nemesis cair derrotado.

Sofremos nossas baixas, claro, porém ganhamos, e fomos os primeiros a realizar tal ato (pelo menos no beta fechado com jogadores de fora). E continuamos jogando, desde a primeira fase até a última, até chegarmos num ponto de passar o jogo inteiro sem ninguém perder uma única vida. Todos tinhamos a sensação de que eramos os mestres naquilo que estavamos fazendo.

Quando foi por volta das 3 ou 4 horas da manhã um jogador resolveu sair, e todos foram junto. Cansados, porém realizados. Como o jogo não tinha nenhum sistema para cadastro de amigos nós tiramos screenshot do lobby da sala e trocamos MSN, porém nunca consiguimos nos reunir novamente, não aquela formação de 6 pessoas. E também nunca encontrei ninguém que jogasse tão bem quanto eles.

O tempo passou, várias pessoas alcançaram níveis mais altos no jogo e também realizaram o feito que tinhamos realizado naquele dia, porém nunca em níveis tão baixos quanto os nossos.

Infelizmente a Level Up! abriu o jogo gratuitamente para todo mundo que se interessasse a jogar, e como todo jogo que brasileiros descobrem Grand Chase virou um antro de desrespeito, com jogadores chingando uns aos outros sem motivo aparente e nunca jogando de forma organizada e cúmplice. Então parei de jogar.

Esses jogadores nunca vão saber o que é sentir aquilo que nós seis sentimos naquele dia, de serem imbatíveis pois outras pessoas nunca deixariam você cair.

Ah… Os brasileiros… Sempre tão ignorantes entre si… Já vi vários jogos serem arruinados pela presença em demasia dos habitantes das terras tupiniquins. Em “demasia”, pois quando somos minoria nos ajudamos de forma sem igual. Mas isso vale para outro post pois esse já ficou enorme.

Até!

P.S.: Estou postando pelo PlayStation 3 e só volto pra casa no fim da noite, então dêem um desoconto para qualquer ero de formatação proveniente do navegador. Já estou atrasado, mas arrumo tudo quando voltar.

[Games] Audiosurf

1
Setembro
2008

Vou falar aqui da minha recente aquisição: o jogo Audiosurf. Ele nem é tão novo assim, mas é um dos mini-games mais interessantes no qual já me deparei.

O jogo funciona assim: você é uma nave que passeia por uma rampa e nela você tem que pegar três blocos da mesma cor para ganhar pontos. Tudo isso no ritmo da música. Claro que tem algumas dificuldades do tipo: blocos brancos só dão pontos quando alcançam a última linha disponível, você tem um limite de quadrados que pode por na coluna e por aí vai.

Mas o que encanta nesse jogo é a música. E não é a música do jogo que encanta. É a música que você escolhe! Ué, como assim Titia Micha? Funciona assim: No Audiosurf o cenário é feito de acordo com a música que vai tocar. Os blocos vêm de acordo com as notas, a rampa é feita de acordo com o ritmo, os efeitos são feitos de acordo com o que você pega. E tudo isso é baseado na música que você selecionar. Se você colocar para tocar One Winged Angel, ele vai fazer um cenário para você jogar. E o cenário será completamente diferente se você por pra jogar a música tema do Mario.

Enfim, é um jogo para você jogar enquanto escuta suas músicas. Ou então é o jogo para você jogar suas músicas. Indepedente do que seja, ele é fenomenal e vale muito a pena tê-lo em casa. Garantia de diversão certa quando a Internet cai, ou até mesmo quando seus amigos vão pra sua casa curtir um pouco da sua playlist. Com vários modos diferentes de jogo do mais casual até o mais hardcore, tem algo legal pra todo mundo. Tem até como você jogar com um parceiro para encantar aquela gatinha na música certa. Só não vale jogar Jorge Vercillo que isso nem o Audiosurf suporta!

Quando você termina a fase, o Audiosurf procura na Internet pessoas que jogaram aquela mesma fase e compara seu scores. Logo, é o único jogo onde você vê quem mais jogou músicas de jogos como você ou da sua banda favorita. Exceto o Anonymous que ele parece ser o cara tão pop da Internet que não há como colocar o score dele no ar. Fora isso, o Audiosurf também tem sua própria rádio onde bandas colocam suas músicas para se promoverem e você ainda jogar um pouco enquanto curte um som novo.

Está esperando o que? Clique aqui para comprá-lo por apenas U$ 9,99. O que deve dar uns 18 reais. Precisa de cartão de crédito internacional. E deixe de imaginar como é o jogo para ficar com o vídeo de como se joga Caramelldansen no Audiosurf, o hit que tá pegando todo mundo na internet! A pessoa que está jogando colocou para jogar no estilo mono.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=elaEyzUbZHs[/youtube]

Megaman 9

25
Agosto
2008

OK, eu vou ser sincera. Eu estou morrendo de medo de fazer esse post. Mas acho que ele tem que ser feito.

Recentemente, no portal E-Zone saiu a capa feita por fãs do novo Megaman 9. Uma capa bem retrô digna do jogo. Ele promete ser no estilo Megaman anos 80: impossível e com gráficos horrorosos. Tudo isso para agradar os fãs.

E o que me assusta não é o fato de que a CAPCOM está lançando um Megaman como um jogo dos anos 80. O fato é que os fãs estão adorando! Se você procurar um pouco que seja no google sobre Megaman 9 encontrará fóruns e notícias de fãs aclamando a notícia. Recebendo-a como uma dádiva caindo dos céus e que isso sim, será a salvação da saga de Megaman.

Agora aqui vem a parte no qual serei crucificada. Fãs de Megaman, vocês realmente acham certo que, com os consoles que temos hoje, lançarem um jogo com gráficos de 8 bits? Isso não me incomoda muito, eu assumo. Tanto que no Wii eu tenho um monte de jogos de 8 e 16 bits. Mas o fato de lançarem um jogo novo em 16 bits é muita sacanagem. Eu acho que se é pra fazer 2D, faça bonito pelo menos! Tem muitos jogos em 2D hoje que os gráficos são bonitos como exemplo de Disgaea e Trauma Center. Sem falar dos que saem pro PS3 como Flow ou Pixel Junk Eden. O remake de Bionic Commando, outro veterano da era 8-bit, tem gráficos belíssimos sem deixar de ser fiel ao original. Então, por que a CAPCOM não quer se dar um pouco de esforço para os gráficos ficarem bonitos?

E não só os gráficos. Em entrevista à 1up, o diretor do jogo garantiu que as fases serão curtíssimas e os chefões seguirão padrões repetitivos, tudo para criar uma experiência autenticamente “da raiz”. Olha, o que os fãs estão reclamando é que a série em 3D não pegou! Não significa que os gráficos tenham que ser feios por causa disso. Podem fazer algo digno da potência dos consoles da nova geração em 2D que eu tenho certeza que seus fãs não vão reclamar. Se eu quisesse jogar um Megaman só pelo valor nostalgia, eu ficava com o Virtual Console mesmo!

E outra coisa que irei reclamar e os fãs de Megaman irão quebrar seus teclados no monitor é da dificuldade. Olha, eu concordo que Megaman tenha que ser difícil, mas não impossível! Para aqueles que foram agraciados (olha as pauladas dos fãs aqui de novo) de jogarem a partir do X6, sabe que o jogo é difícil, mas jogável. Megaman 1 beira o impossível (tanto que o remake para PSP teve que incluir novos níveis de dificuldade). Mas se o primeiro é quase impossível, o segundo consegue ser pior. Conheço gente que jogando no emulador em velocidade baixa ainda acha o jogo difícil. Eu sei que vocês, fãs de Megaman, estão rindo da minha cara agora. Mas qualquer outro ser humano acharia isso verdade!

E eu gostaria de pedir a compreensão de vocês que jogo não é feito só para fã. Concordo que muitos jogos principalmente nos dias de hoje, estão com o fanservice em um nível muito elevado (Metal Gear Solid 4?). Mas esse exagero de presentes aos fãs acaba afastando novos jogadores e gerando até um certo preconceito contra a série. Eu conheço muita gente que não gosta de Metal Gear por justamente isso. Ele deixa de ser um jogo para jogadores para virar um jogo para os seus fãs. E é isso que está acontecendo com Megaman.

Eu realmente gostaria de jogar um Megaman digno do consoles da nova geração. Um Megaman com gráficos bonitos, trilha sonora boa, jogabilidade no ponto e com uma história até compreensível para quem não acompanha. Perdoe-me os fãs de Megaman se magoei vocês. Mas espero que a CAPCOM tenha um pouco de bom senso para assim, trazer novos fãs a esse adorável robozinho que me encantou em todas as gerações de videogame que eu tive.

E sim, eu joguei o X7 e não gostei. Embora para mim, a melhor parte dele é que não tem o Megaman, apesar dele entrar depois! Ok, agora vocês me matam…

P.S.: Foto retirada do site Retrobits em homenagem aos 20 anos do robô azul.

[Na Fila] Jolie. Ação. Bullet Time. Balas que fazem curva. Tudo isso é O Procurado!

24
Agosto
2008

De tempos em tempos o cinema precisa se reinventar, pois as idéias chegam ao limite da reutilização e cansam o público. Os grandes nomes da 7ª arte sabem disso. Em sua devida época, Matrix foi esse tal filme, e hoje, arrisco dizer que o novo “O Procurado” (Wanted, 2008) é esse filme, ou pelo menos tenta.

Baseado na HQ do renomado Mark Millar, O Procurado chega aos cinemas fazendo barulho por todos os lados. Seja por seu elenco forte com Angelina Jolie e Morgan Freeman, ou seja por seus trailers arrebatadores divulgados até o momento. O Procurado era um filme que prometia muito, para fãs da HQ ou não, mas sim apostando nos fãs do cinema pipoca e ação desenfreada, e isso, ele cumpre com louvor.

A história gira em torno do loser de marca maior, Wesley Gibson (James MacAvoy), que mede seu grau de insignificância fazendo uma busca no Google e recebendo um “No results” como resposta. Sua chefe o maltrata de todas as formas e seu melhor amigo está pegando sua namorada, e o pior é que ele sabe disso. Mas tudo muda em sua vida quando a agente Fox (Angelina Jolie) diz que ele deveria fazer parte de uma tal Fraternidade de Assassinos e que seu pai havia morrido na noite anterior no topo de um prédio, e não quando ele havia nascido, como pensava. Wesley passa então a treinar duro com o objetivo de vingar a morte de seu pai e encontrar Cross, que estava eliminando todos da Fraternidade, um por um, inclusive seu pai.

Independente do que os fãs xiitas digam, se a obra compete ou não com a sua original, a HQ, O Procurado é um filme que por si só impressiona. A história não é clichê e se desenrola rápido, como todo filme de ação deveria ser. Pegue um Matrix, subtraia toda a filosofia e papo cabeça e o resultado será algo como o que vemos nos 110 minutos de filme. Um enredo bem desenvolvido, aliado a atores de calibre, não poderia ter um resultado diferente. Morgan Freeman está arrasador no papel de Sloan, o líder da Fraternidade, e Jolie linda como sempre, fazendo cara de má enquanto atira em meio mundo?! Não podia ficar melhor!

A trilha sonora pode ser analisada em dois pontos distintos. Na primeira metade do filme quase não se faz notar ou impressionar, mas do meio para o fim consegue encaixar com o clima do filme e não parece desalojada das cenas como no começo. Dão o clímax e ajudam as cenas de ação absurdas a ficarem ainda mais emocionantes e envolventes.

Se você viu os trailers e achava que não podia esperar mais nada além daquilo que foi mostrado, pense de novo.  O Procurado é extremamente intenso. As cenas dos trailers de fato foram as melhores, mas o filme como um todo ainda reserva muitas outras pra deixar qualquer um de queixo caído. Você vê carros e trens voando, balas fazendo curva e coisas do tipo, e se não for do tipo que espera realidade extrema em troca de uma experiência única pra te deixar sem fôlego, esse filme é para você. As cenas são absurdamente irreais e exageradamente carregadas de efeitos especiais. Em outros filmes isso pode significar fracasso, mas em O Procurado, o diretor conseguiu transformar até isso em um trunfo de sua obra. Em alguns momentos o Bullet Time chega a irritar, mas quando você percebe que quase tudo é resolvido na base da câmera lenta, é fácil ignorar o exagero no uso dela e simplesmente curtir o resultado final, se segurando firme na poltrona.

O Procurado é um filme que talvez não quebre paradigmas como foi com Matrix, mas isso não muda o fato de que é um filme que se destaca dos tantos outros de pseudo-ação da atualidade e que merece atenção, conseguindo prender, e nos fazendo esperar a próxima grande cena, elevando os níveis de adrenalina do espectador ao extremo. Deixe o cérebro em casa e curta sem moderação.

Fim de semana grátis em Team Fortress 2.

22
Agosto
2008

Nhom nhom nhom nhom… Fim de semana grátis em TF2 nhom nhom nhom nhom…

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=PlwpQY-Tbls [/youtube]


*termina de comer o sanduíche* Então, como eu estava dizendo.. esse é o final de semana grátis em Team Fortress 2! Como vocês leitores já devem ter reparado, nós do BlogeZ adoramos os produtos da Orange Box. E um deles é o jogo Team Fortress 2.

O jogo é um Counter-Strike muito melhorado. Um FPS onde você é colocado em várias fases com objetivos diferentes dependendo do time que você cai, Red (Reliable Excavation Demolition) ou Blu (Builders League United). Além disso, o jogo contém classes para você jogar. São elas: Scout, Soldier, Medic, Heavy, Demoman, Pyro, Engineer, Sniper e Spy. Como pode perceber, cada um tem uma função diferente no jogo do tipo o Engineer ser o cara que constrói coisas como robôs atiradores e teleporte, o demoman serve para explodir e o médico pra… ahn.. curar! Então, se você não é bom de fps mas é bom como suporte, há uma classe pra você. Se você gosta de matar e pilhar, há uma classe pra você. Se você gosta de construir, há uma classe pra você também! Nhom nhom nhom…

Fora isso os gráficos do jogo são super amigáveis sendo aquela coisa cartunescas com mapas bem feito. Então, por causa desse clima descontraído já criado no jogo, é raro você encontrar pessoas nos servers brasileiros (pasmem) que sejam enjoadas e levem tudo a sério demais. Estão todo lá para se divertir e curtir uma jogatina que dura no máximo, 10 minutos. E não só isso como o jogo também percebe se um time está ruim demais. Nisso, quando acaba a partida, ele transfere alguns jogadores bons de um time pro time que tá perdendo. Então não se preocupe se você está levando aquela coça do time adversário. É só esperar um tempo que logo você estará dando aquela surra neles!

E para terminar de te convencer: em Team Fortress você só paga pelo jogo. Nada de mensalidade. É só o jogo que pode ser baixado pelo steam e pago em cartão de crédito internacional, ou na Orange Box numa loja bem perto de você. Os preços variam de 45 reais (Leitura do Pier 21 em Brasília) à 120 reais ( Leitura do Pátio Brasil Shopping, Brasília. Sim. Eu não entendo como a mesma loja tem preços diferentes).

Então, se ainda não te convenci a jogar, conheça as classes abaixo e vejam se elas te convencem.
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=d8qlqTLUURc[/youtube]

Agora que você se convenceu, então entre no Link e siga os passos! Não esqueça de preparar seu sanduíche!

Sinta o poder da força extrema e voraz em Star Wars: Force Unleashed

21
Agosto
2008

Por muito tempo, os fãs da saga Star Wars se queixam de que a franquia jamais recebeu uma adaptação em um game a altura de tudo que foi mostrado na saga do cinema. Eram games comerciais, sem vida (com exceções como Knights of The Old Republic) e que nunca exploraram o que a franquia possuía de melhor: a força! Aquele poder inigualável de mover as coisas com a mente, disparar raios pelas mãos, jogar o sabre de luz e fazer com que ele volte pra você, coisas básicas assim. Até hoje, isso era apenas um sonho distante, mas pelo que tivemos a chance de testar em Star Wars Force Unleashed, esse sonho virou finalmente realidade e o anseio dos fãs da saga até que enfim foram atendidos.

O demo foi lançado hoje na Live e fez o mundo dos games entrar em alvoroço para baixar, já que aqueles 906 MB trariam um pouquinho do que veríamos no game oficial, a ser lançado dia 18 de setembro no mundo todo. A espera foi angustiante já que confesso que depois que Resident Evil 5 foi mudado para 2009, Force Unleashed era um dos poucos games que eu aguardava com tanta vontade, curiosidade e por que não, um pé atrás se dessa vez ia, ou ia ser mais uma grande decepção. Para minha sorte, depois de jogar o curto (porém intenso) demo, a primeira opção se concretizou. Agora vai!

Pra começar, você assume o controle do Aprendiz (que sim, tem nome e é Starkiller). “Aprendiz?! De quem?!” muitos que não acompanham o universo das notícias dos games podem perguntar. O tal aprendiz é um cara totalmente badass treinado secretamente por ninguém menos que o Darth Vader em pessoa. A trama irá se passar numa época pouco mostrada ainda que vai entre o final da Vingança dos Sith e A Nova Esperança. Não adentrando muito a trama que não é explorada no demo, mas que esperamos algo denso, cheio de ação e tudo mais, vamos nos focar naquilo que importa: a ação e como ela se desenrola quando assumimos o controle do amado sabre de luz!

O mais do que bem vindo tutorial ensina que logo de cara, Starkiller já vem equipado com o que há de melhor da força. Force Grip que serve para levitar objetos e arremessá-los onde quiser, inclusive os inimigos. O Force Lightining é uma habilidade que faz com que raios elétricos emanem das mãos do personagem atordoando grupos de inimigos inteiros. O Force Dash é uma esquiva que tira o personagem do chão e o arrasta rapidamente para sair da linha de tiro imediatamente. Dois pulos, habilidade imensa no manejo do sabre de luz, combos que enchem os olhos (e destroçam os inimigos) e muitas outras coisas que em 10 minutos de demo, foram suficientes para provar que tudo que foi prometido pelos produtores de fato foi cumprido, e de quebra, deixar esse editor que voz fala de queixo caído e mais ansioso ainda pelo game completo.

O tão alardeado uso de engine gráfica e de partículas como nunca visto antes (Havok e a engine Euphoria) realmente fazem a experiência nunca se repetir. Cada material tem seu peso, força e quando quebrado das infinitas posiibilidades, nunca reagem da mesma maneira. Ferro se entorta como ferro, madeira se lasca como madeira. Tudo é feito para maximizar o efeito de estrago que seu personagem possui quando quer usar a força como bem entender. Os vidros estilhaçando no meio de uma chuva de tiros inimigos fazem a experiência de um game de ação, me arrisco dizer, só vista antes em God Of War, tal a intensidade, polimento e imersão do jogador no clima que o game se propõe.

[youtube]http://br.youtube.com/watch?v=asvKQOJZXcs[/youtube]

Com o pouco que a demo me permitiu jogar, não tenho medo de dizer que o game não só cumpre o que prometeu, como a versão final, garanto que muitas surpresas pintarão de última hora. A força, a ação, a trama e a inovação gráfica e técnica que Star Wars Force Unleashed traz consigo é algo digno de Star Wars e da nova geração. Finalmente.

Setembro nunca me pareceu tão distante. Mas para amenizar a espera, se você quiser ver mais fotos, vídeos e até adicionar o game na sua coleção, acesse o portal e-Zone e veja a ficha completa de Star Wars Force Unleashed. Que a força esteja com você!

Das aulas chatas para games eletrizantes

12
Agosto
2008

Pra todo mundo que é mais preguiçoso sempre existiu aqueles filmes baseados em livros que contam alguma parte da história da humanidade. Pode ser desde os motivos para a Guerra Mundial, ou algo fútil (seria a palavra certa?) como o acidente com o Titanic onde relacionamentos pessoais são mais explorados do que o acontecimento principal.

Obviamente não dava pra substituir sua aula de História pela seção das 9h30 de quarta feira, porém eu mesmo já gostei de certos filmes que me fizeram correr atrás de mais informações sobre algum assunto.

O que eu queria tratar é a possibilidade dessa transmissão de conhecimento através do videogame. Em um exemplo mais indireto eu lembro que algum tempo antes do lançamento de God of War 2 eu fiz uma visita nem um pouco rápida até a Wikipedia para ler sobre os Deuses gregos e isso me fez entendem melhor o porque da luta entre os Titãs e Olympus.

Pensei sobre isso esses dias quando estava jogando Jeanne D’arc no PSP, quando o jogo se mostrou bastante similar ao filme de mesmo nome no quesito enredo. No jogo existem diversos fatos e acontecimentos nem um pouco ligados com a realidade (tem demônios ajudando os ingleses, pra começar), porém diversas passagens clássicas da vida da guerreira são representadas no jogo (quando, por exemplo, o príncipe se disfarça de cidadão antes da heroína chegar na cidade e a mesma o encontra no meio de diversas outras pessoas sem nunca tê-lo visto antes).

No meu caso eu tenho interesse por essas histórias imaginarias de povos antigos, porém é impossível negar o belo trabalho de Medal of Honor em explicar passagens importantes do Dia D com até mesmo filmes em preto e branco da época durante a jogatina (enredo que se repete diversas e diversas vezes até a geração atual).

Você já se pegou interessado por algum assunto que na escola seria apenas mais uma chateação, e sobre a perspectiva do game se tornou algo muito mais interessante?