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[Vídeos] Dr. Horrible’s Sing Along Blog

12
Agosto
2008

Visitando o universo de blogs afora encontramos muitas coisas. Blogs de games, tirinhas e de um cientista maluco com PhD em horrivilidades contando como ele pretende entrar na Malvada Liga dos Malvados.

Essa é a história do blog do Dr. Horrible! Na verdade o blog é um site para você poder puxar o filme dele que tem 43 minutos. E ela começa contando a história do Dr. Horrible que conhece uma garota na lavanderia e se apaixona. Mas ele não contava que ela fosse se apaixonar pelo seu arquinimigo o super-herói gostoso, bonitão, forte e másculo Captain Hammer. E agora como se não bastasse ele ter que se esforçar para entrar na Malvada Liga dos Malvados como tem que conquistar o coração da sua amada e tirá-la das mãos de Hammer.

O que posso dizer sobre o filme… É fantástico! Falas muito originais, musiquinhas que ficam mais na cabeça do que as da Disney e atores muito bem selecionados! No elenco conta com artista como Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother), Simon Helberg (Big Bang Theory), Nathan Fillon e Felicia Day. Essa última mais conhecida porque é uma atriz que está na guilda do Penny Arcade em Worl of Warcraft.

O criador do filme é Joss Whedom. Ele é um dos roteiristas de hollywood que entraram na greve. No meio dessa confusão, ele teve a idéia do filme de modo que fosse contra os argumentos da greve. Então criou Dr. Horrible e deixou ele à disposição na Internet para quem quisesse puxar. Para ganhar dinheiro com isso, ele deixou a venda no iTunes americano e canadense assim como está vendendo o DVD com extras!

Infelizmente, o filme está todo em inglês. Felizmente uma alma caridosa colocou o download para por as legendas nesse link. Mas não perca tempo e acesse agora o blog do Dr. Horrible! Mas antes assista o trailer.


[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=mXI3obHfwgU[/youtube]

Blog em Série: Supernatural

27
Maio
2008

Existem séries que fazem todos roerem as unhas quando entram em recesso e torcerem mais ainda quando uma temporada acaba, para o anúncio da próxima, bem como sua data de estréia. Nesses casos, se encaixam Prison Break, Lost, Heroes e mais recentemente, Kyle XY e Terminator: Sarah Connor Chronicles em minha modesta opinião. Em um outro grupo, existem as séries que até fazem sucesso, são faladas por todos, mas não geram nem a ansiedade do espectador e são extremamente complicadas de explicar seu sucesso. Nesse grupo, eu encaixo Supernatural.

Como Lost estava sem data pra voltar, resolvi me aventurar a começar assistir as aventuras dos irmãos Winchester, Sam e Dean, que nada mais são do que os neo caça-fantasmas da geração “malhação” (atores e atrizes bonitos, mas atuação necas). Dito isso, um resumo da história seria que tudo começou quando a mãe de ambos, morre de forma misteriosa, presa ao teto quando um incêndio começa. Como tudo isso foi causado por um demônio, John consegue salvar seus 2 filhos do fogarel, e começa sua árdua tarefa de caçar e eliminar tudo que seja sobrenatural.

Quando comecei a assistir, desde a primeira temporada, fui levado pela promessa de “essa temporada é fraca, mas a próxima fica bem legal”. Docemente enganado. A primeira temporada é enrolada, e peca por não possuir um arco de trama que deixa o espectador curioso, querendo saborear cada novo mistério solucionado. São histórias soltas que começam em um episódio, acabam ali mesmo e pronto.

Se a falta de uma história de “pano de fundo” não fosse suficiente para enterrar de vez a série no reino das futilidades da TV, chega a irritar o fato de que todos episódios parecem seguir o mesmo roteiro, apenas mudando a locação e a criatura caçada em questão. Vamos explicar:

Cada episódio (com raras exceções) começa com alguma coisa cruel acontecendo em algum lugar dos EUA, de forma bizarra. Sam está sempre lendo um jornal ou na internet quando descobre a notícia. Os dois seguem em direção da cidade onde a matança aconteceu, descobrem o que a causou, conhecem a próxima vítima ( quase sempre uma gostosona). Fazem um plano de como derrotar a criatura (que acaba caindo em sal e cremar os ossos), se despedem, pegam a estrada e o episódio acaba. E repetem isso por 44 episódios seguidamente, somente mudando a criatura em questão, o lugar e as vezes, a gostosa da vez. Chato demais!

A sensação de ver o script base se repetindo exaustivamente é a mesma que os fãs de Smallville amam ver por 7 temporadas seguidas. Os episódios possuem todos potencial (quem não consegue imaginar histórias insanas envolvendo assombrações e criaturas do mal, como para o Superman?! Eu consigo fácil fácil) mas são sempre estragados pela repetição, falta de audácia e o comodismo de vender uma série vazia, mas que tem lá seu público.

Os pontos positivos da série, por mais difíceis de achar que sejam, eu considero a atuação de Jensen Ackles (ex Smallville) que é totalmente sacana, pilantra e irônico, e nisso ele capricha. Outra coisa bacana é conhecer as diversas lendas urbandas americanas ou ver de forma mais estilosa medos que todos têm desde pequenos. Sim, o meu está lá: os malditos palhaços.

Supernatural conseguiu milagrosamente conquistar sua terceira temporada (que já está na metade lá nos EUA) e se não fosse pela promessa de ver o Jason (de Sexta Feira 13) e Michael Myers (Halloween) como inimigos, eu acredito que já teria desistido de caçar bons episódios e até uma boa série 2 temporadas depois de mesmices e tédio.

Para quem busca boas histórias, sustos e suspense como deveria ser, Supernatural é dispensável e pode decepcionar bastante, como foi o meu caso. Não vale nem o download.

Toda a sabedoria e filosofia de vida por Jack Bauer

18
Março
2008


        Perguntaram-me por que Jack Bauer está na lista dos mais carismáticos do nosso Top3. Foi então que lembrei que eu tinha guardado em algum lugar do meu PC uma lista bacana que responde exatamente essa pergunta. Se você ainda acha que Bauer não é tudo isso só porque ele anda meio sumido, confira abaixo uma lista de pensamentos escritos pelos roteiristas de 24 Horas, as verdadeiras mentes por trás de Bauer:

 
:: Eu sou Jack Bauer, combato o terrorismo, vivo em Los Angeles.

:: Foda-se a diplomacia.

:: Ações falam mais alto que palavras. Gritos também são eficientes.

:: Se você atira no joelho da mulher de um cara, e mesmo assim ele não fala, ele é mau.

:: A vingança é o mais cruel dos truques. Vi isso acontecer aos outros, já fui vítima disso e até eu mesmo já fiz isso. Mas não muda nada, e não traz nenhum conforto.

:: A única coisa mais difícil do que correr para impedir um louco de soltar um vírus mortal que matará milhares de pessoas é fazer isso e, ao mesmo tempo, tentar injetar heroína no próprio braço.

:: Fui espancado, seqüestrado, envenenado por gás e levei tiros, mas a coisa mais aterradora que me aconteceu foi encarar minha filha depois de fazê-la acreditar que eu estava morto.

:: Eu como muitas bananas. Elas são uma ótima fonte de vitamina B e potássio. Também são fáceis de transportar.

:: Amor é um privilégio.

:: Se você tiver que confiar em alguém, que seja num gênio da computação esquisito.

:: Quando eu digo “merda”, uma coisa ruim aconteceu, está prestes a acontecer, ou então vou tomar uma atitude drástica.

:: Qualquer homem pode errar. O que ele faz para consertar esse erro é que mostra seu caráter.

:: É melhor saber quem você é antes de se disfarçar. Se você não souber, pode se perder facilmente.

:: Tenha sempre pelo menos uma bateria de celular extra totalmente carregada.

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Blog em Série: Terminator - The Sarah Connor Chronicles

18
Março
2008

          Já me preparando para a folga que Lost vai dar a partir da semana que vem, e que Prison Break não pretende voltar tão cedo, aproveitei meu tempo para colocar em ordem meu calendário de séries. Tanto as novas, como as atuais temporadas, na medida do possível fiz um progresso bacana na expansão da minha biblioteca de séries.

         No meio de tantas, resolvi blogar uma que sinceramente me surpreendeu. Terminator: The Sarah Connor Chronicles pode parecer um nome longo demais, mas continua sendo o bom e velho Exterminador do Futuro que conhecemos de anos atrás, exceto pela falta do Arnold Schwarzenegger no papel principal.

         A série começa no ano de 1999 e mostra o futuro líder da revolução contra as máquinas, John Connor, ainda um adolescente indeciso e totalmente confuso. Ao contrário do que possa parecer, a série leva seu título “Sarah Connor bla bla bla” a diante, e se foca sempre nas decisões da mãe de John, não do astro dos filmes em si. As duras decisões que visam proteger seu filho e garantir que ele chegue vivo ao futuro para livrar os humanos das máquinas que dominam o mundo.

         TSCC é uma das mais surpreendentes séries da atualidade em minha opinião, pois podia repetir tudo que vimos no cinema e apenas aproveitar a legião de fãs que Terminator já vinha conseguindo, mas invés disso, houve uma reinvenção para a televisão no molde das séries de maior sucesso: mistérios, ação e drama na medida certa. A coisa nunca descamba para tiroteios sem fim ou dramalhões filosóficos exarcebados, e isso definitivamente agrada a diversos públicos diferentes.

         John e Sarah contam com uma nova ciborgue na luta contra a Skynet, chamada Cameron, que pode ser considerada média diante as atuações e relevâncias dos outros 2 personagens protagonistas da série. Não que seja ruim, mas as vezes, aquela velha formula “travada” de se interpretar robôs e a falta de “toque” deles para se entender trocadilhos e expressões, por exemplo, parecem clichê demais e chegam a cansar. Mas nada que a moçoila não resolva quando a coisa parte para o lado mais físico e agressivo.

         Terminator: The Sarah Connor Chronicles terminou recentemente sua primeira temporada (total de 9 episódios) e devido ao sucesso que foi nos EUA, teve sua segunda temporada, provavelmente com mais episódios, já garantida e deve estrear ainda em 2008.

         Talvez não seja a série que vai te fazer subir pelas paredes de ansiedade por novos episódios, mas é suficientemente boa para suprir as doses de adrenalina e suspense deixadas no ar por nossos queridos sobreviventes do 815 ou as pessoas super-poderosas de Heroes. Não revolucionária, mas inovadoramente imperdível!

 [youtube]http://www.youtube.com/watch?v=OjLne16FKmQ[/youtube]

Blog em Série: Pushing Daisies

1
Março
2008


Pushing Daisies

Sabe quando você fica empolgado com alguma idéia e depois descobre que ela não é lá grande coisa? Então, foi exatamente o que eu senti quando me contaram sobre um seriado que esta atualmente na primeira temporada e também sofria com a greve dos roteiristas.

No Blog em Série dessa semana você vai conferir sobre uma das empreitadas da rede ABC de televisão, o seriado “Pushing Daisies”. Exemplo perfeito de grande idéia mal executada, o seriado conta sobre um garoto que ainda jovem descobriu um poder extraordinário, ele pode trazer os mortos à vida com um simples toque neles. Claro que existem as complicações pois ao tocar a pessoa e trazer ela de volta a vida é necessária uma troca, se o ser que ganhou a habilidade de respirar novamente continuar vivo por mais de um minuto, outra pessoa próxima a região vai morrer por algum motivo qualquer, e isso pode ser controlado pois se o morto-vivo for tocado pela segunda vez pela pessoa que o reviveu ele volta a morrer.

Vou tentar explicar com um esquema. E colocando em questão que o nome do personagem principal que detém esses poderes se chama Ned.

Digamos que num parque existe a Maria, o Ned e mais 37 pessoas. Maria tem um ataque cardíaco súbito e morre ali mesmo. Vendo isso Ned encosta em Maria e ela volta a vida no mesmo instante como se nada tivesse acontecido. Se Ned tornar a encostar em Maria ela volta a morrer, independente de quanto tempo tenha se passado desde sua ressurreição. E se Maria, depois de voltar a vida, continuar viva por mais de 1 minuto, alguma daquelas 37 pessoas deve morrer no lugar dela.

Ficou mais fácil?

Depois de controlar suas habilidades um detetive descobre os poderes de Ned e eles entram em um acordo, Ned vira parceiro do detetive, e quando algum assassinato ocorre os dois vão ao necrotério, trazem o morto de volta ao nosso mundo, dentro de um minuto fazem ele falar quem foi que lhe matou, e antes de completar 60 segundos mandam ele de volta para o limbo. Até que um dia um antigo amor de infância de Ned é vitima, ele a ressuscita sendo levado por suas emoções e juntos correm atrás de seu assassino. Ned consegue trazer seu amor de volta, porém nunca mais poderá toca-la novamente.

A teoria eu achei ótima, mas infelizmente o estilo narrativo entediante e o enredo bem mal elaborado torna os 42 minutos de Pushing Daisies um esforço muito grande para se fazer para acompanhar uma estória que provavelmente não vá ser tão bem executada assim.

Quero lembrar que todo parágrafo anterior foi feito em primeira pessoa e expõe o meu ponto de vista quanto ao seriado, que não necessariamente é o que todos devem achar e muito menos é a posição oficial sobre o assunto do e-Zone. Se você gostou da idéia e se acha no clima para curtir um drama romântico policial, talvez Pushing Daisies tenha sido feito para você ;D

Blog em Série: Prison Break S03E13 - The Art Of The Deal

19
Fevereiro
2008

         Como eu posso descrever uma das melhores séries que tive a oportunidade de assistir nos últimos tempos?! Prison Break!

         Nessa terceira temporada, que na noite da segunda-feira teve seu último episódio exibido, muita coisa aconteceu. Muita coisa mesmo! Dá até a impressão que os 40 minutos do episódios foram pouco para condensar tudo que os roteiristas tiveram que “enfiar” nesse episódio, que foi um efeito da bendita greve. De 24, passou a ter 13 episódios. Triste.

         Mas enfim, a greve acabou (aleluia!) e nas próximas temporadas teremos nossas séries favoritas na integra. Com todos seus episódios e sem cortes bruscos que apesar de parecerem toscos para quem assiste, deve dar um trabalhão pra quem faz tendo que resumir 10 ou 12 episódios em apenas 1, como aconteceu com Heroes também.

         O desfecho aconteceu no episódio The Art Of The Deal, que teve de tudo um pouco. Ação, reviravoltas, surpresas, finais trágicos e um futuro muito, mas muito incerto para vários dos personagens.

 

ATENÇÃO: Esse texto pode conter spoilers para quem não acompanha a série exibida nos EUA. Prossiga a leitura por sua conta e risco!

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Blog em Série: Lost S04E03 - The Economist

16
Fevereiro
2008

         Coluna nova no ar?! Pois é, mais uma. Dessa vez a estréia fica com o Blog em Série , que mais do que óbvio, vai tratar do mundo das séries. Notícias, resumos e prévias do que estar por vir na semana seguinte; ou seja, o seu blog de informação e entretenimento vai estar antenado no mundo das séries também.

         Como começar com estilo?! Talvez falando do hype do momento que está sendo a 4ª temporada de nada mais, nada menos, que Lost.

        

         ATENÇÃO: Esse texto pode conter spoilers para quem não acompanha a série exibida nos EUA. Prossiga a leitura por sua conta e risco!

 

         Lost não chegou em silêncio. Pra falar a verdade, começou mostrando porquê só Lost é Lost. Até agora, conhecemos os 4 integrantes do navio que não era da Penny. Vimos como continuou a vida de Jack e Hurley depois de sair da ilha. Ouvimos falar dos tais Oceanic 6. E uma das revelações mais bacanas, que quem acompanhava o ARG de Lost, não se impressionou tanto, foi de que de fato foram encontrados o avião e os corpos de todos do voô 815 da Oceanic, reforçando o fato de que o mundo ache que estão todos mortos mesmo.

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