Sim, eu sei que já faz algum tempo que não escrevo, mas nunca é tarde para recomeçar! Essa nova reformulação do Blogez irá mudar alguns conceitos pré-existentes! Como vocês já devem ter percebido a cada dia da semana um assunto diferente será abordado.
Coube a mim, Rodrigo, a missão de elaborar os textos sobre cinema. Vamos por partes. Todas as SEXTAS-FEIRAS, aqui no Blogez, uma nova discussão sobre essa forma de arte será pauta do nosso bate papo. Dicas, desabafos, vídeos interessantes, humor. Tudo estará arquitetado de forma plausível.Pelo menos vou tentar, eu juro!!!!
Tudo bem, isso tudo está parecendo discurso de político em ano de campanha!!! Aff, melhor mudar o foco:
Então, para começar bem nossa reconciliação quero dar uma dica: Assistam aos filmes do diretor Inglês Guy Ritchie! Sei que para muita gente estou sendo repetitivo mas, acredite, vela muito a pena!
Recentemente fui ao cinema para elaborar a criticado longa Rock N Rolla. Cheguei à porta da sala de exibição e comecei a lembrar de algumas situações da minha vida! Lembrei de quando era solteiro, e junto com meu QUASE irmão Raffaele (sim, o mesmo cara do podcast!!!) nos deparamos com um cartaz do filme Snatch, Porcos e Diamantes. Juro que não me chamou a atenção, mas, como éramos insistentes, e já tínhamos assistido tudo o que estava em cartaz arriscamos nosso dinheiro e compramos o ingresso.
Foi um grande acerto! O longa é maravilhoso, e suas tiradas de humor são sensacionais. Depois de alguns dias, ainda extasiados, repetimos a dose, e voltamos ao cinema para rir novamente. Depois disso conhecemos seus outros filmes: “Jogos, Trapaças e Dois Canos fumegantes”, “Revolver’ (pouco conhecido no Brasil) e ‘Penalidade Máxima” (esse não é dirigido por Guy, mas tem sua mão na produção).
Contei os dias até a estréia de Rock N’ Rolla. Como disse na critica, o estilo é bem peculiar do diretor e sempre visa o bom humor! Como uma volta ao Blogez, quero deixar essa dica. Sei que muitos não vão concordar (não é Ana Brambilla?), mas quem quiser conhecer um pouco sobre cinema Inglês, vale à pena!
Estão ai alguns vídeos desse filmes que mencionei… só não vale me xingar ein??
Em outros posts eu já devo ter expressado minha adoração pela Pixar, aquela empresa de animação com a lâmpada no logo, como você pode verificar ai na imagem acima.
Quando ainda estavamos em 1995 eu tinha… (fazendo as contas)… 7 anos. Foi nesse ano que o primeiro filme da empresa apareceu nos cinemas no mundo. Para começar com o pé direito a película tratava de uns brinquedos que adquiriam vida quando nenhum humano estava por perto. Um tal de Toy Story, você já deve ter ouvido falar.
Então como fã do trabalho dessa equipe eu venho trazer o trailer da nova produção deles, que tem o nome de UP!
Eu até colocaria um vídeo do YouTube, mas como o xfer (um amigo meu) costuma falar, “Mostrar trailer no YouTube de um filme da Pixar chega até ser sacanagem. Mostra o trailer pelo site da Apple que da pra ver em HD”.
Da uma olhadinha. Achei uma idéia legal, e a cena com o garotinho na porta da casa já deu uma bela amostragem da comédia que deve estar presente no produto final.
Agora é só esperar até 29 de Maio do ano que vem!
P.S.: Quem mais lembrou daquele padre que resolveu voar sem saber usar GPS imediatamente após os balões sairem do telhado da casa. Alguém da Pixar deve ser brasileiro e deve ter se baseado nessa história, não é possível.
Achei em um sebo… Sim, livreiros também frequentam sebos além do próprio. Afinal, como comparar preços e garimpar raridades para os clientes? Nessa visita específica que fiz a um sebo na zona sul de São Paulo, achei uma raridade para o meu cliente predileto - eu mesmo - que há muito procurava: “84 Charing Cross Road”.
Raridade, essa palavra é muito complicada. Para uns, livro raro é uma primeira edição, para outros, é a obra que se encaixa em uma lista de regras, mas o conceito é bastante subjetivo quando mexe com o gosto do cliente. Para mim, raro é o que não conseguimos encontrar, e esse livro encaixa-se nessa definição. Já iam seis anos que eu tentava achá-lo e nada. Mas, obviamente, após eu tê-lo encontrado, a maldição terminou, e alguém lá em cima, ou lá embaixo, gritou: “Ah, que pena, ele achou o livro, já que ele conseguiu, libera aí”, e sobre a minha cabeça desabam centenas de milhares de exemplares…
Mas eu estou enrolando muito nesta postagem de hoje. O que eu queria falar mesmo é sobre ”84 Charing Cross Road”. Ele foi editado no Brasil com esse nome, mas é mais conhecido pelo nome do filme que saiu na década de 80 com Anne Bancroft e Anthony Hopkins: “Nunca te vi… sempre te amei”. Conta a relação entre uma escritora norte-americana, Helen Hanff, e um livreiro inglês, Frank Doel, que trabalhava em uma livraria antiquária em Londres, chamada Mark & Co., localizada no número 84 da rua Charing Cross.
O livro é a coletânea das cartas que foram escritas durante anos entre a escritora e o livreiro. Entre pedidos de livros, trocas de confidências, envios de presente, vão criando entre eles uma relação de afeto, a ponto de outros funcionários da livraria corresponderem-se escondidos com ela, por temerem o ciúme dele.
Diz a lenda que as cartas foram descobertas em um sebo de Nova York pela atriz Anne Bancroft, que as teria achado guardadas dentro de um livro. Ela apaixonou-se pelo conteúdo das cartas e fez seu marido, o diretor e produtor Mel Brooks, realizar o filme.
Cá com os meus botões, a história parece bonita, e sei que pode ser verdade. Já encontrei tantas coisas dentro de livros que comprei… Uma vez, dentro de uma coleçãozinha de missais romanos, veio um presente e tanto. A senhora que devia tê-los possuído pertencera à alta sociedade paulistana, e os livros de orações foram parar nas mãos de um bisneto, que não deu importância alguma. Dentro deles havia centenas de “santinhos” de falecimento de pessoas de alta posição da São Paulo do início do século passado, como Dona Veridiana da Silva Prado, Paulo Prado, Barão de Duprat, entre outros. Além disso também tinha “santinhos” de primeira comunhão de diversos membros das famílias Monteiro de Barros, Prado, Penteado, Prates, Nioac etc. Mas bonitos mesmo são aqueles feitos na França, um mais lindo que o outro. Um deles abre-se inteiros montando um altar triplo, tendo Nossa Senhora no centro e outros dois santos nas laterais. Quem se desfaz desse tipo de coisa? O mesmo tipo de pessoa que deve ter se desfeito da biblioteca da autora Helene Hanff e nem viu que dentro de um dos livros tinha toda a correspondência, maravilhosa, entre ela e sua alma gêmea inglesa.
Aos que tem uma leve idéia do que seja enviar e receber cartas, ao invés de e-mails, e tenham uma veiazinha romântica, vai ai uma boa dica de livro que virou um ótimo filme, numa das raras vezes que as cenas são idênticas às páginas.
Here I go again! My my, how can I resist you! Com esse grande hit dos anos 70, o grupo suíço ABBA tocava em todas as danceterias, discotecas, bailes, musicais e afins. Calças boca de sino, muito brilho e globos de espelho dominavam nosso cotidiano. Mais de 30 anos se passaram, as roupas e penteados mudaram mas uma coisa continuou: o sucesso do grupo ainda faz muitas pessoas levantarem da cadeira e dançar.
E é isso que o filme Mamma Mia mostra. A história é como as músicas do Abba são legais! Tá certo que tem todo um contexto para isso onde uma noiva chamada Sophie (Amanda Seyfried) é filha de Donna (Meryl Streep). Criada sem saber quem era o seu pai, Sophie encontra o diário da mãe e descobre que poderia ter três possíveis pais. Determinada a conhecê-los, Sophie convida todos eles para seu casamento sem o consentimento da mãe, no qual acabou com todos eles em péssimas circunstâncias no passado. E para desenvolver a história, nada melhor que as músicas do ABBA para chegar até o almejado casamento grego.
Baseado num musical da Broadway escrito por dois integrantes do ABBA: Benny Anderson e Björn Ulvaeus, Mamma Mia! é a prova de que música não tem época para marcar. Mesmo depois de tanto tempo, o que me espantou no filme foram os adolescentes cantando e dançando as músicas enquanto passavam no filme. Também, as interpretações dos atores cantando as músicas é de conquistar qualquer um. Parênteses para Meryl Streep que mereceu um solo de The Winner Takes it All e comoveu toda a platéia com sua interpretação única.
Se me deixassem eu falaria desse filme o dia todo, mas sugiro ao leitor que retire todos os LP’s ou CD’s que tem do ABBA escondido no armário, escute todas as músicas e vá assistir o filme. Não tem nada melhor que cantar Dancing Queen com todo mundo do cinema! Quem quiser curtir um pouco mais do filme, acessem o site oficial clicando aqui.
Quem é viciado em séries já deve saber, mas sempre vale a pena lembrar! Ontem (apenas algumas horas atrás) foi ao ar o primeiro episódio da terceira, e nova, temporada de Heroes!
Não importa se você vai baixar, ver no canal a cabo ou esperar chegar nos canais abertos, porém sendo uma das séries de mais respeito dos dias de hoje sempre vale a pena ficar atento.
A nova temporada foi nomeada como Heroes: Villains, e para agradar aos fãs antes da premier do episódio a emissora de TV liberou não só um video com os primeiros minutos do novo episódio como também disponibilizou para os fãs uma gravação do que seria um final alternativa da segunda temporada que nunca apareceu, principalmente por ser bastante diferente da versão oficial que foi ao ar. O video está logo ai em baixo, assista esses 8 minutos, pois valem a pena:
Eu sinceramente gostei bastante do que viria a ser esse encerramento… Algo bem menos forçado daquela história contada na season finale que todo mundo viu a muito tempo atrás.
É claro que não é tão épico, e a cena de encerramento não é tão impactante, mas devemos lembrar que essa foi uma vertente da trama que foi abandonada e por isso não tão bem trabalhada. Por algum motivo eles decidiram cancelar esse apocalypse, mas o que importa mesmo agora é a nova temporada, então fica com vocês outro video para encerrar o post:
Existem alguns filmes que nascem para se tornarem verdadeiros épicos, e mesmo tendo que enfrentar o rótulo de “mais um filme baseado em HQ” que tanto inundam os cinemas na atualidade, o primeiro Hellboy foi além e fez bonito. Mostrou ao mundo um personagem único e carismático capaz de conquistar a audiência. Além disso, provou toda a visão do diretor Guilhermo Del Toro quando o assunto é criar histórias e criaturas fantásticas, como já comprovado anteriormente em Labirinto do Fauno.
Se Hellboy não ensinou ao cinema como se fazer uma adaptação que se iguale ao seu original, e talvez até o supere com a capacidade de ser universal, Hellboy 2: O Exército Dourado, que chega hoje aos cinemas até tenta se manter a altura, mas infelizmente, não consegue.
O elenco quase completo está de volta. Ron Pearlman volta ao papel do vermelhão que mesmo por baixo de maquiagem e efeitos pesados para viver o personagem, não deixa o carisma e no fundo, jeito de criança do demônio se perder. Já o amigo de Hellboy, Abe Sapien, é agora interpretado pelo competente Doug Jones, que além de fazer um trabalho magistral de gesticulação e mímica para representar Abe, ainda assume mais dois papeis e faz ainda mais pelas pequenas aparições de Chamberlain e o bizarro e fantástico Anjo da Morte. E como salvar o mundo não tem graça se você não tiver uma bela donzela te esperando para dividir a conquista, Selma Blair assume novamente o papel de Liz, agora namorada de Hellboy. O relacionamento de ambos rende uma boa seqüência de como seria um namoro de super-heróis de verdade, com muita destruição a cada briga do casal.
Se o elenco acertado do primeiro longa está de volta, a história não poderia deixar por menos, e de fato não deixa. A trama se passa novamente no mundo que mistura o fantasioso com a realidade quando o príncipe dos elfos, Príncipe Nuada (Luke Goss) decide que não aceitaria mais viver no sub-mundo do universo para manter a trégua entre as criaturas mágicas e os humanos. Para tal feito, ele precisaria dominar o tal exército dourado do título, que são 70 vezes 70 guerreiros indestrutíveis e controlados por uma coroa que foi sabiamente dividida em 3 partes pelo rei, pai de Nuada, para evitar que qualquer uma das raças tentasse dominar o exército invencível. Hellboy entra na ação, óbvio, tentando impedir que Nuada conquiste a coroa e dizime toda a raça humana com apenas um comando.
Os efeitos especiais são de cair o queixo e como no primeiro filme, mesclam tão bem a ação que é difícil distinguir quando são os atores de verdade e quando entram em cena os CGIs, o que tornam a suavidade entre uma cena e outra totalmente um ponto positivo para a produção.
Os personagens embasbacantes estão presentes aos montes, mostrando que a capacidade de Del Toro de criar coisas nunca antes vista deixa George Lucas e seus diversos planetas e raças de Star Wars muito pra trás em criatividade e originalidade.
Criticar um filme como Hellboy 2 mostram o quanto a tarefa de crítico pode ser cruel. O filme não chega nem perto de ser ruim, porém, mostra algo que talvez não fosse o que os fãs esperavam ao assistir a primeira parte e nascimento do personagem na grande tela. Tudo no longa é grande, épico, fantasioso e exageradamente numeroso. Talvez o personagem por si só não precisasse de tanto para repetir o feito de arrebatar a platéia novamente. O que é visto é um “mais do mesmo” exagerado. Apesar de prender a atenção e agradar em todos os sentidos possíveis, não é muito difícil sair do cinema com a sensação de faltar algo ou simplesmente sentindo que mesmo que não saibamos explicar exatamente o porquê, existe algo errado no meio de uma trama tão bacana e efeitos especiais de tirar o chapéu.
Talvez um fator definitivo para o sucesso ou não de Hellboy 2: O Exército Dourado não esteja na produção, e sim em quem a assiste, residindo especificamente em uma questão: a alta expectativa. Quando veio ao mundo em 2004, Hellboy era um desconhecido do público e da noite para o dia, se tornou um clássico dos filmes de heróis e arrebatou multidões clamando por uma continuação. Assim sendo, diferente dos mega conhecidos Homem Aranha ou Batman, ninguém na época possuía qualquer noção do que esperar do lançamento dele, ou sequer o aguardar com ansiedade sua estréia. Já nessa continuação, as apostas eram altas e o desejo do público de que o filme superasse o original eram altíssimos, e isso acaba tornando não um filme ruim ou sequer médio, apenas abaixo do esperado.
Hellboy 2: O Exército Dourado é um filme mais do que recomendado e empolga do começo ao fim, mas nós da e-Zone recomendamos que você o curta com os olhos de alguém que considera que o personagem fosse um total desconhecido e sua história começasse exatamente ali. Ai sim, você terá a capacidade de desfrutar da obra de arte criativa e envolvente que Mike Mignola e Guilhermo Del Toro foram capazes de entregar com louvor.
Para mais informaçõe sobre o filme, acesse a ficha completa no portal e-Zone
Pois é, acabei esquecendo de postar aqui sobre o castzone dessa semana. Engraçado que eu mesmo baixei e fiz alguns testes no iTunes depois da troca de servidor, mas acabou passando batido, enfim…
Nos reunimos essa semana para conversar sobre filmes ruins e os dias que ir ao cinema (ou fazer download, né Dimitri?) não foi a melhor escolha de nossas vidas.
Quase um Castzone perdido, pois quando gravamos eu passei só metade do podcast pro Edu editar e esqueci de passar o resto, quase deletando as partes sem pensar, então aproveitem!
AQUI está o link para download do Podcast em alta qualidade!
E AQUI está o em baixa qualidade.
Para assinar nosso Feed no iTunes é só clicar no link da imagem ai do lado, que você vai parar em um tutorial ensinando direitinho o que precisa ser feito. Caso algum download apresente problema é culpa do Dimitri que fica colocando acentos na descrição do Podcast e quebra o link. Mas já enchi o saco dele sobre isso, acho que não deve se repetir tão cedo (e também vou parar de fazer pautas com acento).
Deixem seus comentários aqui no blogez mesmo, ou mandem emails para podcast@ezoneonline.com.br. Sou sempre eu que recebo os emails, então caso deseje que alguém em específico fique sabendo do seu contato, é só especificar no campo “assunto”.
E vejam bem, eu não estou pedindo para vocês mandarem emails, eu demando que vocês entrem em contato. O Flávio José já começou a onda nesse podcast, cabe a você continuar, não me desaponte, pode ser qualquer coisa, até uma linha já me deixa satisfeito por enquanto… depois eu fico mais exigente.
Enfim, ouçam ai enquanto eu vou ali e volto mais tarde. Até…
Se eu fosse definir esse filme em uma frase seria a seguinte: o melhor filme ruim do ano.
É sério! O filme é bom mas é aquele filme ruim! Dá para entender? Bom, eu vou tentar explicar em palavras então. Nele conhecemos a história de Zohan (Adam Sandler) um agente especial capaz de fazer de tudo e mais um pouco. Sendo judeu e morando no Oriente Médio, Zohan é chamado para prender terroristas palestinos. Só que ele está cansado de prendê-los e estes serem trocados por judeus que foram preso. Assim, Zohan simula a sua morte e foge para os Estados Unidos para poder concretizar o sonho da sua vida: virar cabeleireiro. Chegando na América, Zohan descobre que palestinos e judeus convivem pacificamente e são vizinhos de rua. E na rua dos palestinos é que ele encontra um salão para trabalhar.
E claro, com um roteiro desses não tinha como sair um filme sério. E as piadas com sexo e tamanho de pinto em Zohan chega a ser repetitivas. Só que eles exploram o máximo desse tipo de piadas, tendo algumas até, originais. Eu daria exemplos mas isso faria com o que o filme perdesse a graça. E um acerto em Zohan é que todos os personagens estão na medida certa. Todos eles são cativantes e tem seu espaço certo no filme pra fazer piada. Nenhum fica repetitivo ou deixa de aparecer. E estão todos trabalhando muito bem. Até a Mariah Carey fazendo o papel de Mariah Carey está ótima no filme! Incrível!
Zohan - um agente bom de corte é aqueles filmes que, mesmo tendo tudo de ruim, você não pode perder. Uma das melhores comédias do ano. Fazia tempo que eu não ria em um filme como ri nesse. Me lembrou do filme Quem Vai Ficar Com Mary? onde todas as pessoas que conheciam só falavam nele, repetiam as piadas dele e adorava os atores dele. Zohan vai ser esse tipo de filme.
E não deixem de ler a review do Rodrigo Cezzareti sobre Asterix nas Olímpiadas no portal da revolução E-Zone clicando aqui!
Visitando o universo de blogs afora encontramos muitas coisas. Blogs de games, tirinhas e de um cientista maluco com PhD em horrivilidades contando como ele pretende entrar na Malvada Liga dos Malvados.
Essa é a história do blog do Dr. Horrible! Na verdade o blog é um site para você poder puxar o filme dele que tem 43 minutos. E ela começa contando a história do Dr. Horrible que conhece uma garota na lavanderia e se apaixona. Mas ele não contava que ela fosse se apaixonar pelo seu arquinimigo o super-herói gostoso, bonitão, forte e másculo Captain Hammer. E agora como se não bastasse ele ter que se esforçar para entrar na Malvada Liga dos Malvados como tem que conquistar o coração da sua amada e tirá-la das mãos de Hammer.
O que posso dizer sobre o filme… É fantástico! Falas muito originais, musiquinhas que ficam mais na cabeça do que as da Disney e atores muito bem selecionados! No elenco conta com artista como Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother), Simon Helberg (Big Bang Theory), Nathan Fillon e Felicia Day. Essa última mais conhecida porque é uma atriz que está na guilda do Penny Arcade em Worl of Warcraft.
O criador do filme é Joss Whedom. Ele é um dos roteiristas de hollywood que entraram na greve. No meio dessa confusão, ele teve a idéia do filme de modo que fosse contra os argumentos da greve. Então criou Dr. Horrible e deixou ele à disposição na Internet para quem quisesse puxar. Para ganhar dinheiro com isso, ele deixou a venda no iTunes americano e canadense assim como está vendendo o DVD com extras!
Infelizmente, o filme está todo em inglês. Felizmente uma alma caridosa colocou o download para por as legendas nesse link. Mas não perca tempo e acesse agora o blog do Dr. Horrible! Mas antes assista o trailer.
Ontem à noite forcei meu namorado e uma amiga para assistirmos o novo filme da Múmia. Afinal, tinha o Jet Li e Brendan Fraser! Esse filme prometia. Irei relatar agora a minha impressão do filme.
Acho que o que mais me agradou no filme foi o visual. As roupas, atores e principalmente o cenário estavam visualmente bonitos. Nada muito inovador mas nada que deixe você com os olhos doendo. O filme até que começa bem mas infelizmente o desenrolar dele é fraco. Como filme de ação ele deixa a desejar. São pouca as cenas de ação que se salvam (como a que em uma perseguição de carros o Richard usa fogos de artíficios como arma, e a luta entre Jet Li e Michelle Yeoh). Mas são curtas e fica com aquele gostinho de quero mais. Nem as do Jet Li são tão boas porque ele luta muito pouco no filme. Sem falar que em cada cena de ação rola uma piadinha. Nessa hora, caro leitor, peço você o seguinte: vá assistir o filme com um monte de amigos, porque as piadinhas são tão fracas e óbvias que só tem graça rir delas se for com uma galera enorme que vai fazer aquela situação na qual a piada é tão ruim que você ri só porque está todo mundo rindo e se diverte com isso.
Mas o pior é a atuação. Exceto o Brendan Fraser e a Michelle Yeoh (Zi Juan), os outros atores estão bem medianos. E a troca da atriz da Eve para a Maria Bello não ficou legal. Acho que eles não tinham cachê para pagar a Rachel Weisz. A Rachel fazia um par muito mais interessante com o Brendan e, perdoe-me Maria, ela é muito mais bonita. Não vou nem falar do Jet Li. Ele sofre o mesmo problema das outras múmias. Tá lá só porque é bonitinho, luta bem e é o Jet Li.
Em última nota do filme o que me impressionou foram as constantes falhas de roteiro. O maior exemplo é o seguinte (sem spoilers aqui): os heróis tem que impedir a múmia de chegar numa parte no meio das montanhas. Só que essa parte só é acessível por uma ponte. O que os nossos heróis devem fazer:
A) Cortar a ponte para os inimigos não passarem. B) Esperar do outro lado e cortar a ponte somente no momento em que os inimigos começassem a atravessá-la, dando baixas no exército inimigo que morreria na queda. C) Seria otário suficiente para ir pro outro lado, se armarem de armas que NÃO MATAM MÚMIAS e ainda querer explodir o lugar abaixo matando a tudo e todos.
Qual é a resposta certa? Isso mesmo, letra C. Perae, ninguém votaria na letra C! Só os roteiristas da Múmia acharam que isso seria uma idéia legal mas tanto eu como meu namorado e minha amiga nessa cena da ponte ficamos nos perguntando: por que eles não cortam a ponte? E erros assim permanecem ao longo do filme. Mas a luta Zumbis versus Golens é genial!
É uma pena ver que esse filme da Múmia ficou tão ruim. Sendo o terceiro filme da série foi um desfecho bem abaixo do esperado em relação aos outros dois. A impressão que eu tive era de que os atores e os diretores não tinham mais o que fazer e resolveram fazer um filme. Eu aconselho a vocês assistirem o filme na Sessão da Tarde. A dublagem está ótima!
Olhem a cara do Jet Li que deve estar pensando: “Eu vou dar um chutão na cara desse gringo!”
Existem filmes que empolgam, fazem pensar e vão além fazendo com que qualquer um se sinta um verdadeiro crítico de cinema, apenas para passar para outras pessoas, nem que seja apenas uma pequena parte, da sensação que aquele filme específico te presenteou. Não quero ser um crítico, até porque quem faz isso (e faz com estilo e maestria) é nosso Rodrigão em suas críticas únicas e arrebatadoras. Mas com o novo filme do Batman - O Cavaleiro das Trevas, seria quase uma omissão imperdoável ocultar minha opinião dessa que foi, senão a melhor, uma das melhores sessões de cinema que tive a oportunidade de presenciar.
Para começar, considero totalmente injusto enquadrar Cavaleiro das Trevas como um filme de super-heróis. Se assim fosse, ele seria de longe, o melhor deles. Mas acredito que o filme vá além das adaptações dos quadrinhos, e se torna algo mais profundo, denso e memorável. O novo Batman não é uma história de heroísmo ou de caras desajustados com cueca por cima da calça, não mesmo. A nova aventura de Bruce Wayne é uma história de pessoas, medos, vontades, batalhas interiores e tudo isso mostrado com uma tridimensionalidade tão crível, que é fácil esquecer que a trama gira na briga entre Batman e Coringa, e por momentos me fez pensar que a batalha era do protagonista contra si mesmo. Contra seus ideais e contra a cidade, que o amava como herói quando precisava, e o descartava assim que a coisa parecia ficar complicada demais.
“A noite sempre parece mais escura logo antes de amanhecer. E acreditem: o amanhecer está próximo”. Com essa frase, o personagem Harvey Dent mostra um pouco do peso e do egoísmo da cidade corrupta que é Gothan City. Dent é o exemplo perfeito do personagem que evolue de um extremo ao outro do começo ao fim do filme, como muitos personagens jamais conseguiram em trilogias inteiras. Todos sabiam que Harvey Dent ia se tornar o viláo “Duas Caras”. Mas confesso que de início, não consegui imaginar como isso aconteceria, já que ele era pintado como o cavaleiro branco de Gothan e tão incorruptível numa cidade tão podre, que as reviravoltas na trama provam que até o mais correto político, pode viver o suficiente para se tornar o grande vilão.
Por mais estranho que pareça, não vou sequer citar o vilão Coringa nessa minha crítica pessoal. Não por que ele não mereça, e sim pelo contrário: tanto merece que deixei para fazer um post mais tarde apenas sobre esse aspecto do filme.
Para fechar essa resenha e contextualizar minha afirmação de que Batman - O Cavaleiro das Trevas é além de um filme de super-herói, e sim uma trama sobre pessoas e tudo que envolve cada uma delas singularmente, vou falar um pouco do Bruce Wayne. O herói impressiona em todos os sentidos. Não porque ele é o vigilante solitário de Gothan, e sim por um lado que nunca tinha sido visto ou explorado, nem mesmo com tanto afinco assim, em sua estréia em Batman Begins. Dessa vez, o diretor mostrou o lado humano, explosivo e inexplorado de um personagem. Um Bruce Wayne que encontra suas forças ao colocar uma máscara, mas que vive uma crise de julgamento sobre o que é certo e o que é errado. Seja como Bruce ou como Batman, o personagem começa a sentir o peso da responsabilidade que o símbolo que ele representa pode ser, um fardo que ele nunca pediu para ter, quando pessoas começam a morrer todos os dias enquanto ele não revelasse sua verdadeira identidade. Preservar seu segredo e continuar salvando milhões ou mantê-lo por um bem maior enquanto inocentes morriam diariamente?! É por esse e outros motivos que Batman é uma história sobre seus personagens. Todos os medos, inseguranças, planos e dúvidas que existem a todo instante em uma pessoa normal, como eu e você, estão a flor da pele em cada segundo do longa, mostrando que não basta vestir uma armadura de Kevlar a prova de balas, se seus ideais não forem tão rígidos como uma rocha e que não se pode intimidar os inimigos, quando nem mesmo o grande salvador da nação que se tornou o símbolo do Batman, não puder intimidar e vencer seus próprios demônios.
Talvez a perfeição seja demais para qualquer tipo de classificação, seja de um filme, um game ou qualquer outra coisa. As falhas existem, mas o que se vê em Batman - O Cavaleiro das Trevas é algo que se torna tão superior a qualquer deslize em outros aspectos, que arrisco a dizer, agora passado a empolgação inicial e extase que o filme me deixou, que se não é perfeito, chega o mais proximo disso que uma produção cinematográfica pode chegar.
PS: Crítica em homenagem ao meu amigo Pedro Cardoso, que já me alertou sobre o que eu possivelmente encontraria no cinema, e provou que não acertou. Foi bem mais do que ele disse e eu esperava! Aliás, confiram a ótima crítica que ele fez no dia do lançamento e descubram porque eu acesso o Receita de Sucesso todo santo dia ^^
Saiu na internet que Aaron Eckhart, o Duas-Caras, falou em uma entrevista para promover novo filme do Batman (tema do nosso último podcast) que o iPod do ator Heath Ledger está circulando entre seus amigos e colegas como uma forma de homenagem ao ator. Cada pessoa que recebe o aparelho baixa as músicas armazenadas no mesmo por Ledger, e em seguida passa o player para o próximo conhecido.
E depois a indústria fonográfica fica reclamando que os usuários comuns baixam diversos arquivos piratas da internet e por esse motivo diversas bandas e empresas acabam falindo. E no próprio iPod vem aquele adesivo dizendo “Não roube música”.
Mais tudo bem se esse iPod for de uma celebridade famosa, que veio recentemente a falecer. Já que provavelmente as músicas no aparelho já são pirateadas mesmo…
(Podia jurar que tinha postado isso hoje de manhã, só que o wordpress salvou como rascunho pois eu fechei o FireFox antes de completar a postagem)
“Imperdível!” Era esse o meu pensamento quando eu soube de Kung Fu Panda. Convenhamos, animação da Dreamworks com Jack Black fazendo o personagem principal, que é um Panda! FALA SÉRIO??? Quem não iria querer assistir esse filme? Depois, além do maravilhoso Jack Black, descubro que no elenco de dublagem há também Dustin Hoffman, Lucy Liu, Jackie Chan e Angelina Jolie. Melhor que isso, não ficava!
Realmente, melhor que isso não ficava. Ontem eu vi o filme e… Não é tão bom assim. A história do filme é sobre o panda Po, um fanboy de Kung Fu e tudo que sempre quis na vida era lutar ao lado dos cinco mestres do Kung Fu. Porém, seu pai tem outro destino em mente para Po: herdar a loja de macarrão da família, passada de geração em geração desde que o bisavõ de Po a conquistou em um duelo de Mahjong. Mas contra seu destino de cozinhar macarrão pro resto da vida, Po é selecionado pelo mestre Oogway, uma tartaruga muito calma e paciente, para ser o lendário Guerreiro Dragão e lutar contra o vilão malvado, badass com olhos de gato que brilham até mesmo no claro, Tai Lung.
Claro que aí começam as trapalhadas. Como um Panda, animal gordo, preguiçoso, comedor de bambu (no caso do filme, macarrão, biscoito ou qualquer coisa que apareça na frente) pode ser o lendário guerreiro? E nenhum dos cinco mestres do Kung Fu gostam disso, já que eles treinaram a vida inteira para ter a chance de se tonar o Dragão Guerreiro roubada por um Panda que nem sabe lutar?
Sim, a história é até legalzinha e tudo mais, mas o filme deixa a desejar. Apesar do grande Jack Black dublar o Panda, Dustin Hoffman como Mestre Sifu rouba a cena. E as melhores partes do filme são com os dois. Os outros artistas são bem dispensáveis, já que se eles tem umas 10 ou 15 falas no filme é muito. Tirando uma ou outra piada, tenho certeza que se fossem só os dois o filme seria bem melhor.
E outra é que o filme tem aquela síndrome de Naruto em que qualquer coisa é motivo para um flashback explicativo. Ah, Mestre Sifu não sorri mais porque há muito tempo atrás numa galáxia distante…. Ah, o vilão se tornou malvado porque há muito tempo atrás na terra de Mordor… Ah, o Panda é gordo porque… fala sério! Concordo que é legal explicar a origem do personagem e o porquê de toda a raiva dele, mas isso só dá certo em séries mais longas!
Sei que não posso fazer essa comparação, mas eu prefiro muito mais Wall-E. Em Wall-E por exemplo, em uma única cena (sem falas) o filme explica como o robozinho aguentou 700 anos na Terra. Kung-Fu Panda, por outro lado, explica os motivos a ponto da exaustão.
Se você realmente gosta de desenhos e já tiver assistido Wall-E, recomendo Kung-Fu Panda. E original, nem por causa do Jack Black, mas sim pelo Dustin Hoffman! Mas até semana que vem, porque depois estréia o Cavaleiro das Trevas e tenho certeza que o Panda vai pra extinção!
Filosofando como só nosso Rodrigão faz com estilo, parei pra pensar como essa indústria do entretenimento tem ainda o poder de nos surpreender. Não vou entrar em detalhes de como as adaptações de games que viram filmes são podres, chatas e sem graças (leia: Alone In The Dark, Doom, Bloodrayne e etc), mas hoje, confesso que meu pé atrás com as adaptações de games pra telona encontraram uma ponta de esperança.
Para quem joga games a um tempinho e jogou Max Payne em sua devida época, era impossível não considerar uma revolução na indústria dos games com sua ação frenética, história densa, policial e assaz macabra onde drogas, assassinatos e seitas religiosas se interligavam de maneira magistral. Teve uma continuação que não chegava a ser ruim, mas não conseguiu segurar a peteca do game que tem a honra de ostentar o título de primeiro game que se utilizou dos efeitos bullet-time (aquelas cameras lentas de Matrix) a torto e a direito. E melhor ainda: usaram com estilo e fizeram uma das melhores jogabilidades já vistas em um game de ação até hoje.
Dada essa aula sobre Max Payne, uma notícia a muito tempo foi lançada de que o game receberia a tal adaptação. Alerta de medo profundo de ver um clássico da minha adolescência se ativou no máximo. Depois, foi anunciado que o Mark Whalberg estaria envolvido no projeto e seria o protagonista Payne. Alerta diminui, mas não sumiu, mesmo nunca tendo visto um filme do Whalberg que eu considerasse ruim, e torcendo pra que esse não fosse o primeiro. Agora, numa surpresa colossal, saiu na rede o trailer internacional. Alerta foi pras cucuias. CARAKAS!
O clima denso do game está lá. A trama que mistura CSI com Alone In The Dark também, com demônios, seitas macabras e tudo que tem direito. Mark Whalberg ficou o Max Payne escrito e estampado (tirando a cara de canastrão do herói no primeiro game) e a trama parece adulta e não mais uma adaptação de game. Duvida?! Veja o trailer e depois conversamos!
Alguém ainda duvida que talvez esse seja o filme que vai quebrar o paradigma de que adaptações de games pro cinema podem ser boas pra caramba?! Eu ainda estou baqueado pelo trailer que vi, mas se o filme repetir a dose de surpresa que essa prévia me causou, já estou feliz.
Ah, quem não se lembra das pequenas atrapalhadas dos quatros amigos na cidade de South Park? Stan, Kyle, Kenny e, o mais famoso deles, Cartman (N.E.: Todo mundo sabe que o mais famoso é o Kenny!), se juntam na cidade onde é sempre inverno para acabar com a inocência infantil e o puritanismo.
A série foi criada em 1997 e se tornou sucesso mundial, com direito a longa-metragem e tradução para vários idiomas, inclusive o português. Aqui, a série passou pela MTV, Locomotion (onde era dublado) e Multishow, que ainda passa os episódios até hoje, estando na nona temporada. Em 2008, teve início nos Estados Unidos a décima segunda temporada do desenho.
Mas qual o meu interesse nisso sendo que não é outro Desenterrando? Simples, meus caros. O estúdio de South Park liberou todos os episódios desde a primeira temporada para serem assistidos de graça na internet.
O RLY?
Sim, é isso mesmo!! Agora você pode assistir a todos os episódios já lançados de South Park no site South Park Studios DE GRAÇA. E como se não bastasse só isso, você também poderá assistir como os desenhos foram feitos e ter acesso a ferramenta para fazer um avatar no estilo South Park. Os criadores do desenho, Trey Parker e Matt Stone, disseram que não aguentavam mais ter que puxar o próprio show ilegalmente da Internet, então decidiram criar uma alternativa dentro da lei.
Bom demais pra ser verdade? Realmente. Pena que o maior problema é que todos os episódios são em inglês e até agora não vi uma opção para legendas nem mesmo em inglês. Quem lembra do desenho sabe que, muitas vezes, não dá para entender os palavrões e gírias que o Cartman utiliza normalmente. E, fora isso, tem que assistir as propragandas que eles colocam no começo dos episódios. Se bem que propaganda por propaganda, as da internet são melhores que as da TV!
Se isso não for problema para você caro leitor, o que está esperando? Entre já no South Park Studios e relembre os melhores (e piores) momentos dessa turminha. Melhores episódios? Major Boobage (uma sátira ao filme Heavy Metal), Make Love, not Warcraft (o lendário episódio sacaneando World of Warcraft) e Chinpokomon (adivinhem!).