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A volta dos sprites.

18
Outubro
2008

Se um programador de jogos de 30 anos atrás soubesse que atualmente os videogames seriam máquinas super poderosas capazes de processar milhões de dados e fazer excelentes gráficos nos quais beiram o realismo, ficaria espantado em ver que estamos utilizando essa tecnologia para criar os jogos mais simples.

E quando digo simples é questão de gráficos mesmo. Nossos querido Playstation 3 e 360 são capazes de processar gráficos que as pessoas confundem se aquilo é real ou não. O exemplo mais recente disso é o jogo Mirro’s Edge onde os cenários que o compõem são criados a perfeição da realidade. Mas com toda essa tecnologia em mãos, ainda há empresas em que arriscam no velho e bom 2D com sprites. Acho que o maior exemplo desse tipo de jogo nessa geração é Disgaea 3 da Nippon Ichi. Disgaea é uma saga que se firmou com os elementos do mundo 2D dos games. E na minha mais sincera opinião, tem que ser neles porque o jogo fica muito mais dinâmico assim. Claro que as ceninhas são em desenho animado, mas o jogo graficamente falando é bem simples.

Me lembro muito bem que quando foi lançado o anúncio do PS3 muita gente reclamava achando que o PS3 só ia ter jogos de grandes gráficos e de nenhuma jogabilidade ou diversão. E acho que a resposta está nessa quantidade recém-lançada de jogos onde os gráficos não importam muito. Primeiro (argh!) Megaman 9 onde chegou ao cúmulo de levar os gráficos aos 8 bits de antigamente. Agora também o Disgaea 3. Sem falar nos jogos que você pode comprar online pro PS3 onde todos são bem simples, como Pixel Junk Eden e Rocketman: Axis of Evil. Recentemente foi noticiado para o Wii o novo jogo da Vanillaware, Oboro Murasama Youtouden. Da mesma empresa que produziu o RPG chamado Odin Sphere para PS2, esse jogo além de prometer que vai chutar bundas, seus gráficos são como uma pintura na tela. E em 2D.

Para mim, alguns jogos não deveriam ter saído desse tipo de cenário. Castlevania e Sonic são alguns deles. Eles foram feitos para jogos de plataforma. Tanto que nunca vi um 3D de Castlevania ser tão bom quanto seus antecessores. Mas não há uma fórmula perfeita para todos os jogos. Acho que cabe a cada um encontrar a melhor forma de se expressar. Seja num estilo realístico ou cartunesco, o que importa é entreter seus jogadores.

Little People

14
Outubro
2008

Pessoas que tem complexo de inferioridade há uma luz no fim do túnel para vocês: vocês não são os menores seres desse mundo! Há humanos bem menores por aí e sendo fotografados em ruas londrinas! São as “little people”.

Esse é um projeto de arte nas ruas britânicas onde o artista Slinkachu compra essas pessoas pequenas que são vendidas para maquetes de arquitetura. Com isso em mãos, Slinkachu coloca os pequenos seres em situações cotidianas como as nossas e inusitadas como matando uma mosca ou entrando em uma nave espacial do Mc’Donalds. Criado o cenário, ele tira uma foto de nossas “pessoinhas” e depois do local no qual elas estão. E aí o que acontece com elas? Ficam lá! Isso mesmo, ele não as retira do lugar. Se você for um desses sortudos que está em Londres e não tem mais nada que fazer, comece a andar olhando pro chão que você já pode ter matado algumas delas.

É muito interessante ver o trabalho dele que já rendeu um livro com as melhores fotos dessas pessoas e vários artigos na imprensa. Com um pouco de criatividade, ele pegou peças de trabalho e acabou transformando-as numa idéia criativa e original! Juro que se pisasse num desses bonequinhos, eu iria ficar triste. Mas com certeza andaria por aí procurando por eles pra tirar fotos e pra mostrar pros meus amigos! Se realmente você se interessou pelo trabalho, acesse o site dele clicando aqui.

Post dedicado ao meu amigo Orlando por ter indicado essa pérola para mim e encher meu Orkut com as melhores piadas. Valeu!

[Datas Comemorativas] Cosme e Damião

1
Outubro
2008

A data já passou mas para aqueles que não lembram dia 27 de setembro é tradicional dar as crianças doces e chocolates pelo dia de… Não, não é Halloween. E sim Cosme e Damião.

Eu recebi os doces de uma amiga minha e me lembrei o quanto essa data está sendo esquecida. Eu não sei pelo resto do país mas aqui em Brasília cada vez mais eu vejo pessoas que nem se lembram ou fazem mais doces para esse dia. Aliás, até por ter sido criada aqui, só fui caçar os doces uma ou duas vezes na minha infância. Minha família sempre me comentou que no Rio de Janeiro isso era praticamente um feriado infantil. Que muitas crianças saíam pelas ruas caçando os tão famosos doces, até brigando por eles! Mas hoje não vejo mais em notícias ou pessoas comentando. Simplesmente está passando batido.

São Cosme e São Damião na verdade eram dois árabes médicos que, cuidavam de seus pacientes em nome de Jesus Cristo. Tendo em vista a quantidade de milagres que fizeram, foram julgados a morte pelo império romano. E aí as versões se contradizem. Algumas dizem que eles foram jogados de despinhadeiros, outras que eles foram degolados. É interessante ver que os dois não são só santos da Igreja Católica como são muitos famosos no Candomblé também. Na Bahia, o dia deles é comemorado com muito caruru, um prato  e enfeites pelas casas baianas.

Apesar de ser uma data religiosa, é um modo de confratenizar com as crianças e as cáries dos dentes doces e brinquedos. Tradicionalmente, uma cestinha de doces de Cosme e Damião vem com maria-mole, rapadura, pé-de-muleque, doce de abóbora, suspiro, um brinquedinho e várias balas. Se ainda quiser confratenizar com alguém esse dia, compre bastante doces para ele. Mas por favor, não saia no dia 30 de outubro dizendo doces ou travessuras.

Video Games Live 2008

30
Setembro
2008

Quando a Video Games Live veio a primeira vez pro Brasil, eu me lembro que li uma reportagem num site grande que, em resumo, dizia o seguinte: “Brasileiros não sabem apreciar uma orquestra. Eles aplaudem antes mesmo da música acabar, gritam quando aparece a cena de um jogo que gostam e tentam acompanhar a música de tetris com aplausos. Patético.” Bom, eu queria ver o repórter que fez essa reportagem no show da VGL de Brasília que foi nesse dia 28 onde o próprio Tommy Tallarico disse o seguinte, em livre tradução: “Vocês da platéia quando tiverem vontade de gritar, aplaudir, pular, ou seja lá o que for fazer, façam. Porque nós aqui de cima nos alimentamos disso!”.

O show está de volta e para aqueles que acham que vão ter mais do mesmo, eu digo que não! Esse ano para Brasília trouxeram novas músicas, novas atrações e todo o mesmo charme do Jack Wall e o carisma do Tommy Tallarico. O que tem do mesmo são as músicas dos arcades antigo, Sonic, Mario, Zelda e claro, Final Fantasy VII. Na minha opinião, se retirá-las vão fazer muita falta porque esses são clássicos que sempre vão pedir. Nesse ano, eles retrouxeram God of War tendo em vista que estava na primeira apresentação da VGL em São Paulo. Em compensação eu não me lembrava como o tema de Kratos e sua saga poderiam ser impressionantes. Juro que tive que me segurar na cadeira para aguentar o coral fazendo as paredes do Centro de Convenções Ulysses Guimarães tremerem.

E as novidades vieram junto com os games novos! Pra começar, tendo em vista que é um evento não só para aqueles que curtem videogames mas todos que curtem música, eles trouxeram a trilha sonora do jogo de Harry Potter. Para esquentar ainda mais o clima de atrações, Jack Wall tocou as músicas que ele mesmo fez para o jogo Mass Efect. As novidades não param por aí. Eis que Tommy anuncia que ia tocar a trilha sonora de um jogo alemão que foi lançado esse ano chamado Crysis. Para quem não sabe é o jogo que para rodar com a legítima perfeição precisa ter um computador da Nasa pra cima. Tá, nem tanto, mas os gráficos dele são tão perfeitos que deu até lag no telão. Para finalizar o primeiro ato, nada de Liberi Fatali. E sim Metroid. Eu não sei o que dizer sobre essa parte da orquestra. Apenas que se você é fã de Metroid, tem que ir na Video Games Live desse ano.

Para início do segundo ato, vem a mais nova atração. No evento agora há um concurso de Guitar Hero onde o vencedor irá tocar uma música no telão com o Tommy Tallarico fazendo a guitarra do jogo. Ao que o Tommy chamou o campeão do evento aqui em Brasília, todos começaram a aplaudir e se perguntar: cadê essa pessoa? Eis que surge no canto do palco um vulto bem pequeno acompanhado de uma mulher. O vencedor do concurso de Brasília foi nada menos que Rafael Chavez com apenas nove anos de idade. E não se abalou para tocar em público uma música do jogo Guitar Hero: Aerosmith, no qual ele nunca havia jogado. O pequeno Rafael, com muita desenvoltura, conseguiu fechar o jogo com a pontuação que o Tallarico pediu levando assim um prêmio pra casa e o reconhecimento de uma platéia inteira.

O final do evento não dá tempo nem de respirar. Começando com Halo, Tallarico entra com a guitarra e faz todo o solo da trilha sonora do jogo. Depois, vai para Halo 3 com um vídeo belíssimo e mais solo de guitarra! Para zoar com a Square e ainda fazer uma homenagem aos fãs, eles tocaram One Winged Angel com uma montagem de fan art do jogo. E o fim chega com Castlevania onde as músicas clássicas do jogo são tocada pela orquestra, guitarra e o teclado com som de órgão.

Mas a triste notícia vem para os fãs de Martin Leung, conhecido como Video Game Pianist. Ele não está na orquestra este ano. Mas em compensação a VGL trouxe o Michael “Piano Squall” Gluck! Ele toca músicas de videogames e animes em perfomances pelo mundo todo. Seu diferencial é que parte do dinheiro que ele arrecada com as perfomances e a venda do seu mais novo cd GAME, que está a venda na VGL ou no seu site dele (http://www.michaelgluck.com/album.php), é repassada para centros de caridade. Apesar de não ter tocado Mario vendado, Michael trouxe o tema da Terra de FFVI, da Yuna de FFX, Chrono Cross, Tetris e claro, Mario! Muito sorridente e simpático, ele mesmo admitiu que essa é a primeira vez no Brasil e que estava muito contente em poder tocar aqui. E foi recebido com muitos gritos e aplausos de pé em suas melhores perfomances.

É lastimável saber que nem todas as cidades do Brasil podem receber a VGL. É um privilégio para poucos que conseguem ter o dinheiro do ingresso e morar perto para poder ir ao show. Foi ótima a iniciativa deles onde todos os menores de 21 anos pagam meia mesmo sem ser estudantes aumentando assim o acesso. Mas aqueles que tiverem condições de ir, não percam esse evento por nada! Por mais que eles prometam que voltem ano que vem, nunca se sabe o dia do amanhã! Né paulistanos?

Fique agora com o vídeo do Rafael Chavez, tocando Sweet Emotion do Aerosmith.

Rafael Chavez tocando Guitar Hero na VGL.

[Artigo] Coisas que só acontecem no Brasil.

18
Setembro
2008

Imagina você, companheiro de blog, chegando em um país estrangeiro qualquer e começando a compartilhar coisas vivenciadas em seu país. Numa conversa de buteco você solta o seguinte diálogo:

Brasileiro: Cara, preciso te contar a última do meu país!
Argentino (vamos colocar los hermanos como os estrangeiro que estão te recebendo): No! Contame!
Brasileiro: Saca só! É verdade tá? Não é brincadeira, hermano! Manja: um ladrão, sabe… Pois é, roubou um carro num bar. Alta madrugada! Só que no meio do caminho ele descobre que tem um pirralho dormindo no banco de trás! Sabe, um muleque de 5 ou 6 anos! Bem criança mesmo. Aí sabe o que o cara faz?
Argentino: Que horrible! O que?
Brasileiro: Ele liga pra polícia e faz o seguinte diálogo:
Ladrão: Seguinte, ó: eu vou ser bem sincero contigo. Eu roubei um carro ali, tá, agora. E eu peguei o carro e tinha uma criança dentro, cara. E eu não vi, entendeu, não vi. Então o que que eu fiz, eu peguei o carro e botei o carro atrás do Enave, tá. Então tu manda uma viatura lá e manda o pai dele pegar ele e levar pra casa. Um piazinho, tá.

Polícia: Tá ok.

Ladrão: É um monza. Tem um piazinho dormindo no banco de trás, tá. E diz pro pai dele que ele não ir… próxima vez que eu pegar aquele auto e tiver o piá lá, eu vou matar ele.

Quem lê isso pode até achar que é uma piada! Mas infelizmente, como algumas coisas que só acontecem em nosso país, isso aconteceu de verdade! E fica a pergunta: o que fazer numa situação dessas? Quando um ladrão tem mais ética que pais que estão curtindo o barzinho e deixam o filho dormindo no carro. E ainda por cima ter que receber lição de moral de alguém que acabou de roubar seu carro! Fora que agora que os pais estão respondendo o processo por abandono de incapaz.

Eu juro que não sei se rio ou se choro dessa situação toda. Na verdade, eu fico com a risada porque no caso ninguém saiu ferido, um ladrão acabou fazendo uma “boa ação” e os policiais tiveram que fazer apenas o trabalho de retormar o carro em vez de um sequestro ou assassinato de menor.

Essa fica mais uma para ser lembrada para contarmos pros nossos amigos e lá fora porque acho que em nenhum lugar do mundo coisa igual poderia acontecer. Acesse a notícia na Folha Online clicando aqui

P.S.: Não reparem no banner. É que eu não sabia o que colocar pra tamanha piada como essa.

[Artigo]Sapo de fora não dá palpite

8
Setembro
2008

Eu preciso explicar essa história desse tópico. Chamaram pra jogar dotinha… Na CDG com -ar e -ap . Deixando a música de lado, esse fim de semana fui para um corujão jogar Dota com meus amigos. Chegando lá eu descubro que não só tem meus amigos como tem um monte de jogadores da lan. E claro, como eu era a única menina que ia jogar Dota, todo mundo ficou em cima de mim.

Acontece que eu jogo de um modo totalmente diferente. Eu não gosto de matar heróis em Dota. Não é a minha praia. Eu sou aquele típico jogador que enquanto tá rolando a pancadaria dos heróis, eu tou levando as torres do jogo para meu time acabar com a base do outro. Adoro fazer isso. Eu gosto de segurar heróis, proteger minhas torres e derrubar as outras. Mas matar herói realmente não é minha área. Acontece que para a maioria dos jogadores de Dota isso é inconcebível.

Foi só eu começar a jogar que começou: “Por que você tá fazendo esse item? ARGH! Para que intem de cura pro Visage? Como assim?”. Bom, acontece que meu Visage, que é um herói que as pessoas geralmente usam para matar heróis, segue a linha acima e, como nas duas vezes que fui com ele ganhei derrubando todas as torres em quase tempo recorde não devo estar fazendo errado. Mas o que me irrita não é isso é o fato das pessoas virem dar pitaco!

Existem dois tipos de “pitaqueiros”:

1 - Aquele que dá pitaco do que você já sabe;
2 - Aquele que dá um palpite construtivo na hora certa.

O primeiro geralmente é aquele cara que fica atrás de você olhando e, mal o jogo começou, ele já tá: “faz isso, faz aquilo, por que não faz aquilo outro?” Isso vale pra qualquer jogo! E, na grande maioria das vezes, são coisas que a gente já sabe o que fazer ou quando fazer. Mas o “pitaqueiro” não se contenta com a “lerdeza” do seu jogo e tem que ficar lá, dando palpite para as paredes. Se ele ficasse quieto apenas observando aprenderia muito mais do que achando que todos devem jogar como ele.

O segundo é uma jóia rara. É aquela pessoa que fica quieta, observa você jogar e espera o momento certo para te dar aquela dica que vai mudar a sua vida. São raras as pessoas assim. Tanto que no corujão tinha 30 pessoas dando pitaco do primeiro tipo, enquanto só uma sabia o que era dar palpite. Veja, a segunda pessoa não dá pitaco. Dá dica. Te ensina. É mais como um professor.

Então, pitaqueiros de plantão, eu recomendo o seguinte. Nem todo mundo gosta de jogar como você acha que deveria jogar. Sabe, a graça de um jogo é que eu posso decidir meu destino como eu quero fazer. Não é porque o seu jeito deu certo que, por causa disso, o meu vai dar errado. Até pode dar errado mas a graça é errar e aprender! E meu palpite para vocês é que observe primeiro, fale depois.

[Meme] Top 5 Wallpapers

27
Agosto
2008

Recentemente… Tá ok, não foi recentemente. Seis dias atrás o Fabio do Continue colocou um post sobre os cinco últimos wallpapers que tinha colocado no computador. Como o post do Fábio é um meme, eu você fazer jus a ele ser um meme e também postar meus cinco últimos wallpapers de jogo!


5. Guild Wars wallpaper.

Desde que eu jogo Guild Wars que eu faço questão de puxar os wallpapers do jogo. A arte é simplesmente magnífica e ele não cai naquele erro de por imagens do jogo em alta definição. Eles sempre lançam um wallpaper de cada classe na mais belíssima arte que pode ter pro jogo. Na minha opinião os melhores são da mesmer e da necro (o que está postado).

4. Mario

Atire a primeira pedra quem nunca teve um wallpaper de Mario! Não pode ser um gamer de verdade se nunca, ao menos, puxou algo do baixinho italiano e gordinho. Um gamer que se preze sempre tem algo de Mario, seja um wallpaper dele ou até a música tema dele como toque de celular.


3. Loco Roco

Esse entra na minha lista de top 10 wallpapers favorito do meu computador. Adoro Loco Roco e pra mim ele pega a excessência de como um jogo simples pode ser surpreendetemente bom. E o legal que toda vez que eu vejo esse wallpaper meu espírito se alegra e o mundo vira um lugar melhor. Graças a Loco Roco.


2. Aperture Science

Olhem pode me chamar de doida mas eu puxo alguns wallpapers e não tenho coragem nenhuma de utilizá-los. Um exemplo é do caso acima. Toda vez que eu olho pro símbolo da Aperture Science me dá um frio na espinha que morro de medo de deixá-lo no meu pc e, sei lá, a GlaDOS tomar conta dele. Outros exemplo é um de Bioshock lindo que eu tenho que diz: “welcome to rapture” e os da Umbrella. BRRR!! Medo…

Apesar de todo medo, eu confesso que eles são uns dos melhores wallpapers que tenho. Espero um dia superar essa barreira e agraciar meu computador com


1. Que caminho escolher?

Confesso que escolher o primeiro lugar foi difícil. Nessa lista vi que tinha muito wallpapers bons e que boa parte deles mereciam o primeiro lugar. Mas acho que esse está além de todos. Ele não tem nada a ver com o videogame na primeira vista mas se você for reparar, cada placa do wallpaper é um símbolo de um jogo ou desenho. Confesso que ainda não consegui decifrar todas mas esse com certeza ganha em matéria de nostalgia e beleza. Já coloquei ele de wallpaper umas cinco vezes e todas foram motivo de riso e descontração a cerca do meu pc.

E você leitor? Quais são seus wallpapers favoritos de games? Compartilhe com a gente como você enfeita seu computador!

P.S.: O banner é outro wallpaper que eu tenho. É o quadro de alertas de portal. Muito bom não?

Megaman 9

25
Agosto
2008

OK, eu vou ser sincera. Eu estou morrendo de medo de fazer esse post. Mas acho que ele tem que ser feito.

Recentemente, no portal E-Zone saiu a capa feita por fãs do novo Megaman 9. Uma capa bem retrô digna do jogo. Ele promete ser no estilo Megaman anos 80: impossível e com gráficos horrorosos. Tudo isso para agradar os fãs.

E o que me assusta não é o fato de que a CAPCOM está lançando um Megaman como um jogo dos anos 80. O fato é que os fãs estão adorando! Se você procurar um pouco que seja no google sobre Megaman 9 encontrará fóruns e notícias de fãs aclamando a notícia. Recebendo-a como uma dádiva caindo dos céus e que isso sim, será a salvação da saga de Megaman.

Agora aqui vem a parte no qual serei crucificada. Fãs de Megaman, vocês realmente acham certo que, com os consoles que temos hoje, lançarem um jogo com gráficos de 8 bits? Isso não me incomoda muito, eu assumo. Tanto que no Wii eu tenho um monte de jogos de 8 e 16 bits. Mas o fato de lançarem um jogo novo em 16 bits é muita sacanagem. Eu acho que se é pra fazer 2D, faça bonito pelo menos! Tem muitos jogos em 2D hoje que os gráficos são bonitos como exemplo de Disgaea e Trauma Center. Sem falar dos que saem pro PS3 como Flow ou Pixel Junk Eden. O remake de Bionic Commando, outro veterano da era 8-bit, tem gráficos belíssimos sem deixar de ser fiel ao original. Então, por que a CAPCOM não quer se dar um pouco de esforço para os gráficos ficarem bonitos?

E não só os gráficos. Em entrevista à 1up, o diretor do jogo garantiu que as fases serão curtíssimas e os chefões seguirão padrões repetitivos, tudo para criar uma experiência autenticamente “da raiz”. Olha, o que os fãs estão reclamando é que a série em 3D não pegou! Não significa que os gráficos tenham que ser feios por causa disso. Podem fazer algo digno da potência dos consoles da nova geração em 2D que eu tenho certeza que seus fãs não vão reclamar. Se eu quisesse jogar um Megaman só pelo valor nostalgia, eu ficava com o Virtual Console mesmo!

E outra coisa que irei reclamar e os fãs de Megaman irão quebrar seus teclados no monitor é da dificuldade. Olha, eu concordo que Megaman tenha que ser difícil, mas não impossível! Para aqueles que foram agraciados (olha as pauladas dos fãs aqui de novo) de jogarem a partir do X6, sabe que o jogo é difícil, mas jogável. Megaman 1 beira o impossível (tanto que o remake para PSP teve que incluir novos níveis de dificuldade). Mas se o primeiro é quase impossível, o segundo consegue ser pior. Conheço gente que jogando no emulador em velocidade baixa ainda acha o jogo difícil. Eu sei que vocês, fãs de Megaman, estão rindo da minha cara agora. Mas qualquer outro ser humano acharia isso verdade!

E eu gostaria de pedir a compreensão de vocês que jogo não é feito só para fã. Concordo que muitos jogos principalmente nos dias de hoje, estão com o fanservice em um nível muito elevado (Metal Gear Solid 4?). Mas esse exagero de presentes aos fãs acaba afastando novos jogadores e gerando até um certo preconceito contra a série. Eu conheço muita gente que não gosta de Metal Gear por justamente isso. Ele deixa de ser um jogo para jogadores para virar um jogo para os seus fãs. E é isso que está acontecendo com Megaman.

Eu realmente gostaria de jogar um Megaman digno do consoles da nova geração. Um Megaman com gráficos bonitos, trilha sonora boa, jogabilidade no ponto e com uma história até compreensível para quem não acompanha. Perdoe-me os fãs de Megaman se magoei vocês. Mas espero que a CAPCOM tenha um pouco de bom senso para assim, trazer novos fãs a esse adorável robozinho que me encantou em todas as gerações de videogame que eu tive.

E sim, eu joguei o X7 e não gostei. Embora para mim, a melhor parte dele é que não tem o Megaman, apesar dele entrar depois! Ok, agora vocês me matam…

P.S.: Foto retirada do site Retrobits em homenagem aos 20 anos do robô azul.

Problemas em tradução.

20
Agosto
2008

Hoje vou falar de um trabalho que sempre me encanta em jogos. O trabalho da tradução. Nós, gamers, nunca pensamos nisso quando o jogo chega a nós já todo certinho, com falas legais e coerência. Até você encontrar algum jogo com uma dublagem ruim ou falas incompreensíveis. Aí todo mundo joga pedra: também, esses tradutores não entendem de nada! Olha como traduzem isso nas coxas!

Bem pessoal, não é por aí. Nunca é fácil traduzir. Principalmente porque há sentimentos, emoções e até mesmo ditados que fazem sentindo na língua original mas não há um correspodente para a língua traduzida. O exemplo disso é na nossa própria língua, a portuguesa. Não há um correspondente para saudade. Eu sinto sua falta não é a mesma coisa que eu sinto saudade. A gente sabe disso, os tradutores também, mas mesmo assim tem que arrumar um jeito de manter a mensagem.

Mas… Nós nunca pensamos quando o trabalho da tradução pode superar o original! O site TV Tropes tem um artigo super interessante sobre como as traduções podem ser melhores que do jogo original. O exemplo que eu achei fantástico era que o trio de vilões de Chrono Trigger conhecidos como Slash, Flea e Ozzy no original eram nomes de tempero de salada como Vinagre, Maionese e Shoyu. E eu sempre gosto de ver essas comparações porque, muitas vezes, os problemas de tradução são algo da cultura do país. Por exemplo, em Final Fantasy VI a personagem principal no Japão foi chamada de Tina. Um nome super comum para os ocidentais, mas para os japoneses ele tinha toda uma sonoridade exótica e diferente. O tradutor notando isso resolveu chamá-la de Terra que é uma sonoridade exótica e diferente para os ocidentais.

Fora as traduções de comics, mangás, livros… É sempre um trabalho de muita dedicação e esforço porque, não só tem que ser compreensível, como também tem que agradar ao fã. Por exemplo, recentemente no blog do Yabu (criador dos Combo Rangers e Princesas do Mar) ele citou sua frustração com o poema do Lanterna Verde. Clique aqui para ler. É claro que essa tradução vem de longa data devido a idade do gibi e já passou de editora para outra editora. Assim, o próprio Yabu resolveu dar a sua investida de tradutor, notando como o trabalho não é fácil.

Então leitor, se quer saber mais sobre as curiosidades do mundo da tradução, acesse o artigo da TV Tropes clicando aqui e leia na íntegra as melhores e piores traduções concebidas!Em inglês.

Agora, se preparem para fazer downloads porque a atualização de amanhã será pesada servida num sanduíche! Pegou a idéia? Não? Espere e verá!

[Análise] Soul Calibur IV

11
Agosto
2008

Assim que recebi meu querido salário, fui correndo para a loja e comprei Soul Calibur IV! E como redatora deste blog me sinto na obrigação de trazer até vocês leitores as minhas impressões com o jogo. Preparem-se que esse vai ser longo!

Soul Calibur IV é a mais nova continuação da famosa série Soul que começou com Soul Edge nos arcades. Um dos atrativos da série era que os personagens lutam com armas diferentes como a espada-chicote da Ivy ou estilo de lutas que foram muito bem adpatados ao jogo como a esgrima e kung-fu. Outro ponto forte é que a Namco se empenhou desde o início da série para que os gráficos e movimentos dos personagens fossem bonitos e fluidos. E isso é perceptível em Soul Calibur IV. Os movimentos conseguiram ficar mais interessante que em seu antecessor, Soul Calibur III. É possível visualizar perfeitamente todos os movimentos que os personagens fazem para aplicar um golpe. Um exemplo é a personagem Amy. Ela tem um golpe no qual começa batendo a espada no pé do adversário, gira, taca a espada para a outra mão e finamelmente bate no meio do inimigo.

Porém falando assim dá até a impressão que os gráficos desse Soul Calibur estão de babar. Eu concordo que os gráficos estão realmente bonitos só que o terceiro jogo da série lançado para Playstation 2 teve um impacto nos gráficos muito maior do que esse. No terceiro era possível identificar o tipo de pano que

é feito o kimono da Setsuka. Nesse, eu senti até um certo desapontamento por querer mais mas não veio tanto. De exemplo é a apresentação do jogo. Os personagens Siegfried e Nightmare tem uma aura branca e vermelha em volta deles. No jogo essa aura não existe. Coisas desse gênero antigamente não passariam despercebido pela Namco. Preguiça ou simplesmente prazo curto pra entregar? De qualquer jeito os gráficos ainda estão excelentes mas poderiam ser melhores.

E por falar em apresentação, a história desse Soul Calibur está de chutar o barraco. De ruim. Sério mesmo! Parece que pegaram crianças de 5 anos e pediram para elas escreverem uma história bonitinha pro titio vampiro ou pro moço de capa preta. Não, coitadas… Eu tenho certeza que crianças de 5 anos teriam mais originalidade que os roteiristas da série. O resultado disso é um jogo com personagens muito bem desenvolvidos porém com histórias precárias e finais medíocres. A maioria dos finais acabam de um jeito que deixa o jogador pasmo por ser pequeno ou por não ter nem pé nem cabeça. Tá, há alguns finais engraçados mas a grande maioria é ruim. Felizmente, Soul Calibur é uma série que compensa em você zerar com todos os personagens. Além de cada luta você receber dinheiro para comprar peças, seu personagem sobre de nível. O nível nesse Soul Calibur serve para equipar peças de nível alto que contenham habilidades adicionais pro jogador para auxiliá-lo na batalha como escapar de agarrões ou evitar o tão temido “ring out”.

E esse detalhe pra mim é crucial em Soul Calibur. Para ele não virar aquele jogos de luta que só serve pra zerar com todo os personagens e depois acumular poeira n

o armário para só ser retirado quando alguém vier visitar sua casa para jogar um jogo de luta. Soul Calibur valoriza que você sempre o jogue. E como ele faz isso? É de uma maneira bem simples, mas muito recompensadora. Ele dá a cada batalha uma quantidade de dinheiro para abrir novos itens. No SC3 você abria para os personagens as espadas apenas. Nesse você tem itens de customização. E não só customizar um personagem que o jogador faça como é possível colocar qualquer item de customização nos personagens existentes podendo fazer deles desde uma máquina feroz de dar dano ou um cara que tem muito HP e uma defesa inquebrável. Então, você pode selecionar aquele herói que você tanto ama de paixão e deixá-lo mais bonito que original. Ou mais patético se você gosta de ser sádico e colocar umas roupas esquisitas. No meu caso eu troquei o cabelo da personagem Setsuka porque aquele loiro oxigenado dela é terrível! No SC3 havia uma quantidade imensa de itens de customização. Nesse, eles praticamente quadruplicaram essa quantidade. E não só customizar os personagens existentes mas como fazer um novo há opções o suficiente para montar quem quiser. Como se não bastasse os itens e características faciais que o jogador pode por, eles adicionaram até características corporais onde pode-se deixar o personagem gordo ou até magro. Claro que não dá pra fazer um E-Honda mas com essas características ampliam a quantidade de personagens customizáveis que você pode trazer pro jogo. No meu Soul Calibur 3 tinha o Alucard e o Coringa. Neste Soul Calibur já estou querendo fazer um Neku de The World End With You.


Agora vamos ao fato mais interessante: a jogabilidade. A série sempre me impressionou porque ela tenta equilibrar os adversários no jogo. Ou seja, se você pega aquele seu amigo que adora esmagar os botões em jogo de luta pra ver se sair alguma coisa interessante, em qualquer outro jogo ele te mataria. Mas esse tem a medida certa entra o smash button, habilidade e utilização do cenário. Com esses três elementos reunidos eu realmente sinto que quando perco é por pura incompetência minha, não pela jogabilidade do jogo. E nesse está tudo na medida certa. Até agora não fiquei apanhando de combos intermináveis que você não sai de jeito nenhum assim como já consegui pegar inimigos de surpresa e dar combos razoáveis mas certeiros. E os agarrões estão melhores. Bem mais fáceis de aplicar, eles saem de verdade quando o inimigo está defendendo e é lerdo o suficiente para sair de um agarrão. Mas se você pega um adversário bom, no meu caso o meu namorado, fica aquela disputa interminável de quem agarra quem primeiro. Sim, essa frase está deslocada. Continuando: a novidade desse jogo são os critical hits o que seria o fatalitys de Mortal Kombat. Quando você não apanha muito e dá golpes certeiros no adversário você enche sua “Soul Gauge” que é bola do lado do life que vai do azul até o vermelho. Se a sua barra esta muito baixa e você continua apanhando, o seu personagem as vezes nao aguenta e solta a defesa, ficando vulnerável por uma fração de segundo. Nessa hora o seu inimigo pode aplicar um Critical Finish, que é um golpe mortal ao estilo dos famosos Fatalities de Mortal Kombat. Quando alguém consegue dar um Critical Finish, automaticamente ganha aquele round, matando o inimigo não importa quanto life ele anda tiver. É uma das maiores inovações na série, tanto no quesito mecânico quanto no quesito visual.


Come to the dark side of the force!

Para finalizar, vou falar do que eu achei do vilão mais amado e temido do mundo: Darth Vader. Para vocês terem uma idéia no PS3 ele está na apresentação do jogo. O personagem dele é realmente muito legal de se jogar e o único que utiliza o poder da força que vai desde tacar o sabre de luz até a enforcar os personagens. Fãs da série Star Wars vão ter motivos para rir nesse jogo que é muito legal de jogar com ele, o final dele é um dos melhores e o Critical Hit é de babar. Pra mim o único fato triste é que ele é um personagem já aberto! Assim, eu sei que pra muita gente é legal ter o Darth Vader logo de cara mas eu queria ter um pouco de trabalho para ter o Darth Vader, sabe? Um pouco de esforço e ser recompensada com ele.. Pra mim isso seria tudo. Ou talvez eu seja a única doida que ache isso bom! Pelo menos a Namco não concorda comigo. Pelo menos posso abrir o Aprendiz dele, que é outro personagem que também usa a força. Mas esse sim, estou tendo que lutar bastante para destravá-lo!

Vou ficar devendo a versão online. É que o PS3 está num local que a Wi-Fi n

ão pega então, terão que esperar mais um pouco. Termine vendo a apresentação surrealista do jogo a seguir:


[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=dvwMi7KGe48&feature=related[/youtube]

E leia mais no nosso portal da revolução E-Zone o artigo feito pelo chefinho Dimitri Robes clicando aqui!
E esse post vai em agradecimento ao meu amigo Jéf! Valeu Jéf por ter me dado uma força nesse post. Prometo que vou fazer de tudo pra jogar online contigo depois!

P.S.: Gostaram do Banner? Achei que as pessoas iam identificar melhor o jogo pelos seios da Ivy, afinal, Soul Calibur sem seios não é Soul Calibur!

Você tem uma coleção de quê?!

4
Agosto
2008

Depois do sucesso que foi o post dos Tazos, que recebe comentários até hoje, e que vi que trouxe muitas memória pra todos, resolvi compartilhar com a galera do BlogeZ uma grande mania minha: colecionar coisas. Inclusive os tais Tazos que guardo com profundo carinho até hoje.

Alguns dizem que é bobeira. E eu penso: gastar uma grana preta com algo que não me traz nada mais do que prazer pessoal por ter algo raro… é bobeira?! Com toda a certeza SIM. Mas e daí?! Não dizem que é cada louco com sua mania, ado a-ado cada um no seu quadrado?! Pois é… é isso que eu penso. Tenho várias coleções, das mais legais as mais inúteis, mas que todas possuem uma coisa em comum: quando compradas, foram com MEU dinheiro e quando ganhadas, foram por MEUS méritos (e amigos legais também, vale ressaltar!). Dito isso, o que dá o direito para alguém achar ou des-achar algo idiota ou não?! Afinal, é meu.

Tá certo que ao meu ponto de vista também existem coleções bizarras e sem graça, mas como eu não sou obrigado a colecionar, e daí?! Problema é de quem vê graça em selos, tampinhas e cartões telefônicos. Eu seria muito hipócrita de criticar alguém que faça isso, já que eu, vergonhosamente, já colecionei até PEDRAS. Hoje vejo como é idiota, mas não tenho coragem de jogar fora, e ficam bem guardadas em caixinhas exclusivas pra elas, nada de tranqueiras espalhadas em todo canto, já que idiotas ou não, cada uma me traz uma recordação de uma época diferente da minha vida. Lembranças em forma física.

Não sou do tipo colecionador incurável, que passa fome e fica doido quando encontra algo que a tempos procurava, mas mantenho diversas coleções “saudáveis” que invisto e aumento quando dá. Se sobra grana ou alguém faz uma doação, é muito bem vindo. Gastar os tubos com algo pra ficar guardado no armário?! Nem pensar.

A que mais me dedico hoje é minha coleção de FILMES. Tenho mais de 400 DVD’s originais entre filmes, séries e o scambal. Já me falaram “Mas filme você só vê uma vez e esquece.” Ai que se enganam. Tem filmes que já vi tantas vezes que quando compro, não vejo nem essa “uma vez”, mas só o fato de ter algo que eu gosto e normalmente raro, na coleção, já vale o investimento. Pode parecer coisa de pobre, mas quem procura, não tem noção de quantos títulos de qualidade você encontra por R$ 12,00. Minha última aquisição foi Homem Aranha 2, que fechou a trilogia pra mim, e paguei apenas R$ 12,99 em um DVD duplo, especial e tudo mais! Valeu muito a pena! Entre os favoritos estão Duas Vidas, Patch Adams, Gênio Indomável e a Trilogia do Anel. Gastei quase nada XD

Outras coleções que falarei em breve, caso vocês falem nos comentários as de vocês para trocarmos idéias, e eu não sentir que eu sou louco sozinho,  são de videogames antigos e novos, tazos, figurinhas, gibis, armas de kung-fu e pretendo começar uma de Action Figures e estátuas de personagens famosos. E você?! Tem uma coleção de quê?!

O lucro da Nintendo

30
Julho
2008

Boa noite! O BlogeZ traz as notícias de empresas pelo mundo afora. E esta noite falaremos de uma empresa especial para os gamers há quase 30 anos. Trata-se da gigante japonesa Nintendo! A empresa que começou com joguinhos onde você tinha que salvar a princesa das mãos do terrível Donkey Kong e hoje é uma das maiores empresas de videogames do mundo. No relatório deste quadrimestre (clique aqui e aqui para ler mais. Em inglês.) a Nintendo mostra que lucrou cerca de 107.27 bilhões de ienes! O que daria 996 milhões de dólares! UAU!

E esse lucro todo é graças aos novos videogames e tipos de jogos que eles possibilitam. Na guerra com as gigantes Sony e Microsoft, a Nintendo investiu no público casual. Os jogos da Nintendo são fáceis e divertidos. Jogos de aprendizado e simulação como Brain Age, Cooking Mama e Wii Fit são em grande parte responsáveis pelos lucros da empresa nesses últimos anos. Sem falar que os videogames da Nintendo são mais baratos que seus concorrentes diretos, exceto no Brasil por causa da Latamel. Junte isso a um grupo de fãs fiéis que amam a empresa devido a clássicos como Mario, Zelda e Metroid. Tá Dá! Resultado: 996 milhões de dólares de lucro em um quadrimestre!

Eu me lembro quando a Nintendo lançou o Wii o quanto gamers de todo o canto reclamaram e acharam absurda a idéia do sensor de movimento e pouco processamento gráfico. Bem, hoje a Nintendo dá a resposta pra vocês. Concordo que tem que haver um investimento no processamento gráfico, afinal, jogar videogame também é se encantar com a beleza do jogo. Mas antes de se encantar com a beleza, precisamos se encantar com o jogo. E nisso, a Nintendo está mandando muito bem.

Eu só devo deixar aqui meus parabéns! Que a Nintendo faça bom proveito desse dinheiro e nós, gamers, possamos ver o resultado desse lucro. Fique agora com a propraganda do Wii nos nossos comerciais.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=EPSrsxWcyEQ[/youtube]

Jogos em 3D?

29
Julho
2008

Estava eu surfando pelo imenso mundo do Youtube quando me deparo com este vídeo que vocês leitores devem assistir. Ele é em inglês mas se você não entende inglês, pelo menos veja o resultado final do vídeo:

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Jd3-eiid-Uw[/youtube]

Então, esse japa é Johnny Chung Lee estudante da universidade Carnegie Mellon. E ele conseguiu com esforço, trabalho, dedicação e a tecnologia mais ultrapassada fazer um jogo para Wii em 3 dimensões.

Ao ver esse vídeo fiquei espantada com o resultado. Realmente,o jogo está em 3D! E não só isso como ele também mostra uma forma de controlar o ângulo de uma imagem de acordo com a sua posição em relação à TV. Claro, pro nosso amigo Johnny isso tudo faz parte de um experimento utilizando a capacidade do controle do Wii e seus sensores de movimento. Mas mesmo assim, já é um passo para os jogos em 3D.

E eu sempre sonhei com jogos em 3D. Quem não? Imagina poder jogar Shadow of the Colossus assim? E claro, as opções que não podem ser citadas aqui mas deixo você, caro leitor, com a imaginação aberta. Ok, eu falo. Imagina ter que jogar Elite Beat Agents dançando como os agentes para acertar os alvos que parecem flutuar para fora da tela! Isso seria ridículo se alguém visse, não concorda?

Felizmente, o invento do nosso estudante Johnny não é o único a mexer com imagens 3D. A Philips já tem uma televisão no mercado que passa as imagens assim. Claro que ela ainda não está disponivel comercialmente mas seu poder já foi mostrado em eventos. E também temos o Eye Toy para PS3 e o jogo The Eye of Judgment que, apesar de não ter nada em 3D, ele utiliza a câmera do PS3  para detectar os movimentos dos jogadores e trazer para a tela os personagens das cartas que eles estão usando. Dá até para fazer carinho nos avatares das cartas.

É bom notar que sensor de movimento não é a última barreira a ser passada pelos videogames. A gente ainda tem a barreira do mundo 3D e da realidade virtual. Entretanto, tudo está indo como o planejado para essas duas também interagirem com os games do futuro. Rapaz, não vejo a hora de jogar .hack em realidade virtual mesmo como no mangá!

O fim dos exclusivos?

24
Julho
2008

Mais uma vez vemos a notícia de que o jogo abre-alas da Square, Final Fantasy XIII, será lançado para outra plataforma,  o PC. Teoricamente, há um tempo atrás, Final Fantasy era uma linha exclusiva dos consoles da Sony. Parece que não está sendo mais assim.

A Square resolveu chutar a bunda de todo mundo e lançar o seu jogo badass para todos e lucrar o que podia nisso. Leitores, eu não sei vocês sabem o quanto Final Fantasy é amado ao redor do globo. Eu vou dar uma idéia. Junte o público de Metal Gear 4, com o de Halo 3 mais o de Mario. Esse deve ser o público do Final Fantasy. Sabe essas mancadas que o Daniel falou do outro post da Square? Bom, ela dá essas mancadas porque pode. Porque vai ter gente comprando. Porque, não importa o que ela faça, venderá.

Mas claro, isso não acontece porque o público é burro e gosta de sadomasoquismo. É porque simplesmente em cada mancada que a Square dá, ela tem outro jogo fenomenal, sensacional, super tudo para poder manter o status. E por isso os jogos dela continuam e continuarão vendendo.

Agora quando uma empresa do porte da Square começa a anunciar que seus “exclusivos” não são mais para uma plataforma só e o jogo de uma plataforma é o mesmo que da outra, é um grande passo para esse mundo de entretenimento. Os exclusivos até agora foram o que fizeram vender muitos videogames. Eu mesma, caros leitores, comprei um Play 2 porque ele tinha Final Fantasy. Com certeza muita gente comprou o Wii ou Gamecube porque tinha Zelda. Assim é o mesmo para o 360 porque tinha Halo. Mas com esse passo da Square eu vejo que os exclusivos estão acabando.

Claro que não vai chegar ao ponto de God of War ir para o XBOX ou de que Halo vai para o PS3. Esses jogos são da empresa que faz o videogame. Mas agora não vejo sentindo em gastar muito dinheiro em um videogame ou ficar com aquele que tem menos processamento gráfico. Não é mais uma batalha daqueles que tem os melhores games e sim daqueles que tem o melhor hardware e consegue lidar isso ao preço.

Quem lucra com essa história toda? Nós. Agora não precisamos nos preocupar se um jogo que gostamos muito vai sair pro nosso console ou não. Não precisamos gastar rios de dinheiro em um videogame que só tem jogos para ele. No futuro, quem sabe, superar a barreira de cada plataforma e nos jogos online todos jogarem no mesmo server? Como disse, os jogos da própria empresa continuarão para o videogame dela, mas poderemos comparar os estilos de cada jogo, o controle, jogabilidade agora numa ampla diversidade.

Eu não sei como será o futuro com o fim dos exclusivos por empresas third-party. Mas eu quero estar lá para aproveitar cada jogo dele!

ERRATA: O jogo não irá sair para PC. Ele só está sendo programado com o código de PC. Desculpem-nos pelo erro.

O sexo faz bem (em todos os sentidos)

17
Junho
2008

Estava aqui, pensando com meus botões, e passeando pelos blog alheios (sim, adoro fazer isso, muita coisa boa está ai espalhada pela internet…). Até que entrei em uma postagem antiga do Cinema com Rapadura , e me deparei com um texto muito bacana, onde brincam com um tema polêmico : o cinema Erótico. para ler, clique aqui

Sei que é um pouco antigo, mas, me fez pensar em certos aspectos nunca antes imaginados.

Junto com essa idéia, uma outra notícia me incomodou, tipo acendeu um alerta, ou melhor, uma reflexão de como a fama é ingrata. Leila Lopes vai estrelar “Pecados & Tentações”, mais um filme com a marca Brasileirinhas e, acreditem , terá uma singela historinha.

Não é o lançamento em si o tema do post, mas sim a reviravolta na vida de certos atores que, pelo bom cachê, aceitam se expor dessa forma. Primeiramente é bom dizer que não tenho NADA contra a profissão de ator (atriz) pornô, ou muito menos algum tipo de preconceito. Sei que tudo isso é uma atividade rotineira e decente.

MAs, qual o preço da fama? As vezes pára nos mantermos em evidência temos que apelar para uma outra saída. Fico imaginando a cabeça de certos artistas, que um dia foram famosos e hoje estão no anonimato. Nessa situação, deve aparecer um produtor e o convida para essas filmagens. A volta do reconhecimento e a grana envolvem e, com isso, torna essa situação muito viável.

Muitos nomes ja passaram por isso. Vários “famosos” se aventuram por essas bandas. Alexandre Frota, Rita Cadillac, Vivi Fernandez, Marcia Imperator, Mateus Carrieri e Gretchen…Até a Xuxa já fez um menos picante. Não sei qual o preço da fama. Não sei o quanto é válido essa exposição. Não sei se faria o mesmo, mas digo uma coisa: Pensaria muito em tudo que me cerca, analisaria família, amigos e todo o contexto de crenças, até que enfim daria uma resposta definitiva.

Achei uma reportagem que fala sobre ese lançamento (sei que e da Redetv, mas me perdoem tá!!!!!)

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=_Vnk47ze3Jw[/youtube]